Caminhando na Estrada Cultural

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

EXCEPCIONAMENTE NORMAL

Em cartaz no Teatro Copa Airlines, Excepcionalmente Normal conta a história de uma menina que depende de uma cadeira de rodas e nem por isso se sente limitada. Ela vê o belo em tudo, dando asas à sua imaginação.
A cadeirante ainda mostra para a sua amarga vizinha a alegria nos pequenos detalhes. O musical trabalha os valores como otimismo, autoconfiança e perseverança.
Seu objetivo é fazer com que as crianças acreditem em seus sonhos.
Ficha Técnica Texto: Thereza Tinoco
Direção: Tina Ferreira
Elenco: Larissa Moreira, Bruna Garcia, Caroline Molinari, Carlos Loffer e Renan Ribeiro
Local: Teatro Copa Airlines (INFORMAÇÕES)
Preço(s): R$ 15,00 (criança de até 12 anos) e R$ 30,00.
Data(s): 30 de novembro de 2008. Horário(s): Sábado, 11h.
Observações: Recomendado para crianças a partir de 3 anos.
Duração: 55 minutos.

Vamos nessa galeraaaa!!!!!!

Olá! Leia e deixe seu comentário sobre o novo texto FELIZ de Marcos Assumpção acessando http://www.marcosassumpcao.zip.net/ Site OficialAcesse: http://www.marcosassumpcao.com.br/

Cássio Cavalcante

Nossa Cultura é algo muito especial e viajando por esse Brasil a fora vemos o quão lindo é a forma de expressão Regional de nossos irmãos. Nessa matéria trago para vocês CÁSSIO CAVALCANTE, escritor Cearense e um pouco de sua trajetória. Então... Vamos que vamos, afinal “Cultura é o melhor remédio contra todos os males do Mundo!”.
Sobre o Escritor:
Cássio Murilo Coelho Cavalcante, administrador, cearense, nascido em Fortaleza, casado, morando em Recife, teve início na literatura como contista.
Participou da antologia Contos de Oficina, organizada pelo escritor Raimundo Carrero com: O Sorriso de Ligia (2004). A Bela da Tarde (2005). O Mercado das Aparências (2006) e Dona felicidade e sua irmã, a Sorte (2007). Teve dois contos publicados na revista Caruru Hoje. Meu Primeiro Milhão (2005) e Quando os Anjos Amam (2007).
Organizou o livro Os Mistérios de Cada Um, participando do mesmo com o conto: O Sol Nosso de cada Dia (2007).
Participou do livro Antologia das Águas com o conto: Águas de Fevereiro (2007).
Teve um conto publicado no Jornal Gazeta Nossa: Marta e o Vento (2007), se tornando colaborador do mesmo com a coluna Bate-papo Literal, entrevistando na mesma os principais escritores pernambucanos. Participou do livro Feira Literária 80 Anos, com o conto: Aromas (2008). Teve um conto publicado no site paulista Telescópio: A Gente Se Vê (2008).
Teve o projeto literário Nara Leão A Musa dos Trópicos aprovado pelo SIC, Sistema de Incentivo A Cultura da Cidade do Recife (2006). É membro da UBE – União Brasileira dos Escritores. (seção pernambucana).
Material cedido gentilmente por Cassio Cavalcante e publicado por mim Márcia Martins no jornal A voz de Maricá - RJ.

Mombaça MOMBA

Em mais essa matéria apresento a vocês Mombaça, grande músico carioca e um pouco de sua trajetória. Então... Vamos que vamos, afinal “Cultura é o melhor remédio contra todos os males do Mundo!”. Mombaça lança seu terceiro CD - AFRO MEMÓRIA + PRETINHOSIDADEO nome Mombaça foi escolhido pelo próprio artista, para que ninguém tivesse dúvida a que ele veio. A inspiração foi a cidade litorânea no Quênia, país da África Oriental, limitado ao norte pelo Sudão e pela Etiópia, a leste pela Somália e pelo Oceano Índico, que forjou o pseudônimo artístico do cidadão mais musical do Jardim 7 de abril, Paciência (bairro da zona oeste carioca), Mombaça. Isso aconteceu quando ele ainda cursava a faculdade de História na USU (Universidade Santa Úrsula), em Botafogo, bem no início dos anos 80. No fundo, ele só queria um nome que, de cara, revelasse as suas preocupações com os temas sociais da África e do Brasil. Parece até que já sabia que a opção pela música o levaria a lugares de culturas tão diversas como Austrália, África do Sul, Estados Unidos, Botswana, Quênia, Togo, França, Bélgica e Holanda como aconteceu em recente turnê.Nascido em uma família de músicos, Mombaça começou a cantar aos cinco anos de idade na Igreja Batista do bairro onde nasceu e foi criado. O primeiro disco da carreira, intitulado Mombaça, foi gravado em 1999 e lançado no ano 2000 e contou com a participação da sua amiga e parceira Mart’nália, que com ele dividiu a faixa Queixumes. O segundo veio em 2002 e responde pelo título de Afro Memória. Agora, em função do grande sucesso de Pretinhosidade na voz da cantora Mart’nália, Mombaça resolveu reeditar o anterior e lançar seu terceiro CD, Afro Memória + Pretinhosidade.Lançado em show homônimo no Centro Cultural Carioca em 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, o novo álbum perdeu duas faixas da versão original, Conferência Nacional e Dama de Ébano, mas ganhou a versão “mombacística” de Pretinhosidade (Mombaça e Mart’nália). A produção marca a estréia no mercado do selo independente Lua Negra Discos, do qual Mombaça é sócio. A capa, fotografias e produção gráfica levam a assinatura de Mariana Blanc, filha do compositor Aldir Blanc, que estréia como capista. O disco é temperado com um toque social e romântico, uma tônica do trabalho do cantor e compositor Mombaça, que ainda traz na bagagem um mix de poeta, pesquisador e jornalista. “Fui influenciado, primeiramente, pela música evangélica e, depois, pela geração de Gil, Djavan, Caetano, Gonzaguinha e Milton. Esse CD marca a hora exata de colocar o resultado do trabalho que venho elaborando há anos, sozinho e com parceiros como Orlando José Francisco Jr., Mart'nália, Sandra de Sá, Luiza Possi, Zélia Duncan, e os da nova geração, como João Suplicy, Ana Costa, Gabriel Moura, Rogê, Mu Chebabi, Thaís Gulin, Renata Gebara. Sinto-me maduro para dizer meu próprio texto depois de ter feito muito sucesso na noite carioca, bem ao estilo “banquinho e violão”, por muitos e muitos anos, abrindo espaço para artistas importantes como Gabriel Moura, Jorge Vercilo, Ana Costa e "Mário Jorge Todas", o Seu Jorge. O nome Afro Memória foi-me sugerido pelo amigo Afilófio de Oliveira Filho, o Filó, e a canção homônima presta uma homenagem a ele, Don Filó, responsável por reverberar o movimento Black Power americano nos bailes que promovia no Renascença Clube nas décadas de 1970/80. Filó é um dos mentores do banda Black Rio”.“Uma declaração de amor ao Brasil”. É assim que Mombaça define seu álbum e completa: “é dedicado ao povo negro de qualquer lugar do mundo, em especial ao afro-brasileiro miscigenado e sincrético, pacífico, trabalhador e ordeiro e, finalmente, é um tributo às personalidades do meio artístico-cultural de todos os matizes ideológicos e cromáticos, mortas, como Milton Santos, Betinho e Tim Maia, e vivas, como Sandra de Sá, Martinho da Vila, Beth Carvalho e Antônio Andrade Magaldi, Pró-Reitor comunitário da Universidade Veiga de Almeida, que facilitou-me o acesso à bolsa de estudo na UVA, muito antes da polêmica discussão sobre cota para negro nas universidades”. A idéia do nome do novo álbum, Afro Memória + Pretinhosidade surgiu porque Mombaça soube por Mart’nália que faltou pouco para que o CD Menino do Rio, lançado por ela em 2006, se chamasse Pretinhosidade. A balada afro-pop-samba-soul-latina na definição de Arthur Dapieve adotada (e adorada) por Mombaça faz referência também aos 40 anos da cantora (“Minha preciosa idade”) com quem o compositor divide também a parceria de Chega. A canção, que nasceu pop-romântica, mas virou samba (na versão Mart’nália), foi composta especialmente para um festival em Friburgo. Em Paciência (bairro carioca da zona oeste), o menino brincou, estudou, cresceu, amou, plantou árvores, fez o primeiro dos três filhos, Álisson, e foi à luta. Tivesse nascido no século anterior, teria visto a história de um amor proibido da realeza e provavelmente não contaria a sua história de amor proibido. Os apaixonados esperaram pacientemente o passar dos anos, alimentando a esperança de que seriam “sempre namorados”, na canção homônima ao bairro onde viveu e a partir do qual desbravou o mundo, quando dele saiu para estudar, viajando no trem, ramal 42, da “Central do Brasil”, que emprestou força rítmica à canção, na alusão onomatopéica que, em “mombacês” castiço, significa “Thubidhu bidhu... Paciência ”O cerne social das músicas aliado à formação acadêmica de Mombaça ajuda a marcar importantes épocas da história do povo negro e da sociedade. Mandelas, feita no período em que Mandela estava preso há mais de 25 anos, denuncia as seqüelas deixadas em todos os Mandelas do Brasil e do mundo, que sofrem com o acorrentamento ideológico por falta de instrução, trabalho, alimentação, dignidade. Já Reparação é um reggae composto em agosto de 2001, durante a 3ª Conferência Mundial Contra o Racismo, o Preconceito racial, a Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, em Durban, África do Sul, em que representantes e lideranças de Estado, governos e movimentos sociais, em passeatas, gritavam, uníssono, a mesma “palavra de ordem”: Reparações Já. Seja no título do CD ou nas músicas, Mombaça sempre presta homenagem, retribui e agradece a pessoas que o inspiraram durante sua vida e obra. Em Na serra da nossa barriga fazendo referência à Serra da Barriga, mais importante símbolo de resistência negra, que abrigou o Quilombo de Palmares de Zumbi Mombaça conta a história de lutas e conquistas do povo negro que se apoderou das ferramentas do mundo moderno e cita pessoas que inspiraram suas letras. E como falar em referências da cultura negra e do movimento negro sem citar Abdias do Nascimento? Entre Nós relembra uma palestra que Abdias, um dos mais importantes ativistas sociais do país que, além de ser intelectual, autor de importantes livros e professor renomado, fundador o TEN (Teatro Experimental do Negro), foi Secretário de estado de governo do Rio de Janeiro, Deputado federal, Senador da República, entre outras coisas. Em seu discurso ele acusava o Brasil de racismo e apelava ao povo por “consciência e fraternidade entre nós” (negros). A homenagem foi também um presente para Mombaça que apresentou a música para Abdias no aniversário de 90 anos do ativista. Menino de rua não pode morrer registra a admiração e o respeito de Mombaça aos blocos afro-baianos e cariocas que não deixam os “meninos” à margem da sociedade. Este ano, o compositor recebeu, com orgulho, um pedido do próprio Vovô do Ilê, presidente do Ilê Aiyê, para que o bloco pudesse cantar a canção nos desfiles em Salvador. A admiração de Mombaça pelas mulheres que fazem ou fizeram parte da sua vida ganha tom autoral ao falar do amor no Mirante do Leblon, quando ainda estava Obnubilado pela perda de um amor antigo. Já Quadro Negro, inspirada na única filha de Mombaça, Ana Carolina, faz uma crítica social e política à posição da mulher negra na sociedade brasileira, traçando a trajetória de quatro gerações (bisavó, avó, mãe e filha). As gírias dão o tom à música que é uma fusão de ijexá e samba. Mombaça ressalta que o quadro negro também estampa a política pública em crise há muito tempo no país: “também faço referência à lousa das escolas. Só pela educação de qualidade o negro vai sair do lugar e lutar com armas mais pesadas contra o preconceito racial, disseminando, como sempre fez, o princípio da igualdade: somos todos filhos da raça humana”. Filho de Xangô, no Candomblé, Mombaça tem a esperança de que um dia haja justiça para que suas palavras e suas armas melódicas e harmônicas sejam usadas para falar somente de amor. Obs.: Espero que todos estejam gostando de nosso portal cultural e se por ventura tiverem algumas idéias, podem me enviar que responderei com o maior prazer, no caso de pedidos com matérias relacionadas a qualquer assunto que seja Cultura também será hiper bem vinda e me empenharei ao máximo para realizar o desejo de cada um de meus leitores. Material cedido gentilmente por Mombaça e publicado por mim Márcia Martins na Revista Encontro - Maricá - RJ.

Ellen de Lima

Estamos começando uma nova caminhada com o apoio do Jornal “A Voz de Maricá” e equipe confiando plenamente em nosso objetivo de divulgar nossa Cultura Nacional agradeço também a todos vocês que estão sempre ao meu lado nesta Luta constante. E vamos que vamos, afinal “Cultura é o melhor remédio contra todos os males do Mundo!”. Trago com o maior carinho a trajetória de nossa querida ELLEN DE LIMA.
Ellen de LimaNasceu Helenice Terezinha de Lima em Salvador, Bahia e veio para o Rio de Janeiro aos 2 anos de idade. Desde cedo mostrou pendores artísticos, principalmente para música.
Cantou no Programa do Guri (Rádio Mauá) “Papel Carbono” de Renato Murce, imitando “Heleninha Costa” e em vários programas de calouros como: ”Pescando Estrelas” (Rádio Clube do Brasil), a “Hora do Pato” (Rádio Nacional) e outros onde algumas vezes dividiu o prêmio com Carlos José, Marisa (Gatamansa) e Alaíde Costa. Enfim, a grande oportunidade surgiu no Programa César de Alencar (seu padrinho de formatura, padrinho radiofônico, padrinho de casamento e compadre, pois Ellen é madrinha de Mônica), que selecionava amadores para defender as músicas dos cantores que eventualmente não podiam fazê-lo na famosa “Parada dos Maiorais”.Foi contratada das “Organizações Victor Costa” que congregava as rádios: Mayrink Veiga, Rádio Nacional do Rio e de São Paulo, onde apresentava-se com freqüência. Quando se desfez o convênio Ellen ficou na Nacional do Rio, onde alcançou o auge da sua carreira, participando dos grandes musicais da emissora e vendo começar uma carreira promissora em discos.
Seu primeiro contrato foi com a gravadora Columbia (CBS e hoje Sony Music) e o bolero de Fernando César “Vício” foi seu 1o sucesso. Depois seguiram-se: RCA Victor, Chantecler, Odeon, Copacabana e Som Livre a mais recente.
Fez apresentação de programas nas rádios: Tupi, Guanabara, Rádio Rio de Janeiro e Nacional onde fez rádio teatro com Dayse Lucidi e Roberto Faissal.
Ellen foi premiada como “Revelação” ao apresentar-se no “Grande Teatro Tupi” ao lado de Fernanda Montenegro e Sérgio Brito.
Quando estavam formando o elenco da TV Globo foi contratada como cantora e atriz, tendo a honra de ser uma das primeiras imagens da telinha.
No Teatro Opinião atuou na peça “Carnaval para Principiantes” de Domingos de Oliveira, ao lado de Joana Fonn dirigida por Paulo José.
Era presença constante nos Programas de J. Silvestre, Flávio Cavalcanti, Aerton Perlingeiro e outros.
Participou dos grandes shows do Copacabana Palace sob a direção de Carlos Machado e Haroldo Costa, do 1o Festival Internacional da Canção da Rede Globo, “Dez Milhões por uma Canção”, onde classificou as 3 músicas que lhe foram confiadas, sendo uma delas em 1o Lugar “A lei do mais forte” e do Festival de Juiz de Fora e outros tantos sempre com destaque.
Rainha dos Músicos, “Medalha de Mérito Oswaldo Cruz” (Comendadora) por sua participação na Campanha da Meningite. Madrinha da Polícia Rodoviária Federal.Viaja por todo Brasil e exterior, com várias temporadas no “Casino Estoril” (Portugal), onde fez rádio, TV e shows.
Pela sua facilidade de aprender, ganhou prêmios nos programas no estilo “Qual é a música?”.
Em 1988 foi convidada para as comemorações dos 10 anos da Sala Funarte, num show que era a réplica de programas dos anos dourados do rádio, ao lado de Nora Ney, Carmélia Alves, Zezé Gonzaga, Rosita Gonzáles e Violeta Cavalcante.Daí surgiram “As Eternas Cantoras do Rádio” com tanto sucesso que até hoje recebem aplausos de um público fiel, como no recente “Estão voltando as flores” de Ricardo Cravo Albim.
É casada há 35 anos e tem 3 filhos: Rodrigo Almeida (El Moreno), um Showman que com Carlos Gustavo (jogador de futebol, compositor) vivem na Espanha e Portugal e ainda Isabella Christiane que é sua Assessora e a acompanha sempre.
Em março de 2005 foi congregada pela Academia Internacional de Cultura em Brasília, onde recebeu título de Membro Titular.
Material cedido gentilmente por Ellen de Lima e publicado por mim Marcia Martins no Jornal A voz de Maricá - Maricá - RJ.

Marcos Assumpção

Meus queridos espero que se deleitem com mais essa matéria, afinal esse além de amigo é meu irmão de coração.
A carreira de Marcos começou a se desenhar em 1995, quando conheceu o crítico e pesquisador musical Ricardo Cravo Albim; logo se tornaram amigos e Ricardo convidou Marcos para participar de seu programa na Rádio MEC, no Rio de Janeiro. A partir daí, incentivado pelo próprio Cravo Albim, teve seu primeiro trabalho montado e produzido o show “Clave de Luz“.Em julho de 1997, conheceu o compositor niteroiense Sérgio Castro, que o apresentou ao também compositor e poeta Sergio Natureza, que por sua vez o convidou a participar do show “Balaio do Sampaio“, em homenagem ao cantor e compositor Sergio Sampaio, no Teatro Rival - RJ, ao lado de nomes como Luiz Melodia, Lenine, Zé Renato, Jards Macalé, Renato Piau, Zeca Baleiro, Paulinho Moska, entre outros, com produção do próprio Sérgio Natureza. Começava aí a amizade entre Assumpção e Natureza, e o poeta começou então a produzir o primeiro CD de Marcos.
Durante o ano de 1998, Marcos continuou fazendo shows alternando com as gravações do CD, época em que conheceu muita gente famosa como Jaime Alem (arranjador do CD), Flávio Venturini , Zélia Duncan, Dalto , etc.
Assumpção teve então seu talento reconhecido e foi aclamado pela crítica como “A Nova Revelação da MPB”, ao participar ao lado de Raimundo Fagner do projeto “Novo Canto”, da Rádio JBFM do Rio de Janeiro, em novembro de 1998. O show foi Record de bilheteria. Convidados, repetiram o show em São Paulo, no SESC Ipiranga. Novamente, recorde de bilheteria em março de 1999 onde Marcos lançou seu primeiro CD. A amizade entre os dois dura até hoje. Durante todo o ano de 1999, Marcos Assumpção fez shows promovendo seu CD em vários locais do Rio e Niterói.Em julho de 2000 montou o show “Cantar”, dirigido por Niúra Belavinha, com direção musical da amiga, cantora e compositora Lucina, no Teatro Municipal de Niterói – RJ, com lotação esgotada, com direito a Zélia Duncan na platéia. Com cenário e iluminação também por conta de Niúra, o show foi sucesso absoluto na época. Marcos continuou fazendo shows durante o restante do ano de 2000 e todo o ano de 2001.
No primeiro semestre de 2002, lançou o seu segundo CD intitulado “Velho Novo Amor”. Novamente o show de lançamento foi no Teatro Municipal de Niterói e, mais uma vez, lotação esgotada. Apresentou-se em vários programas de rádio e TV do Rio de Janeiro, divulgando seu novo trabalho e fez vários shows no Rio de Janeiro. Participou do projeto “Festa Show - Encontros Musiculturais” no Rio de Janeiro, programa “Palco Popular” na Rádio Bandeirantes AM - RJ, programa “Show do Rio”, na Rádio SAARA- RJ, programa “Som do Rio” na Rádio Centro-FM, “Programa Vip” na TV Bandeirantes - RJ, programa “Show do Mario Rodrigues” na CNT, programa “Atitude.com” na TVE, canal 36 da NET- Niterói, programa “Palco Popular” na TVC- canal 14 da NET- RIO, promovendo seu segundo CD.Em 2004, Assumpção lançou seu terceiro CD “BEM NATURAL” com distribuição SONY MUSIC e teve a música “Abre Coração” executada em todo País, inclusive em 8 (oito) praças de Crowley: RJ, SP, Campinas, Porto Alegre, Brasília, BH, Curitiba, Recife, e por conta disso, fez shows por todo o Brasil.A segunda música de trabalho “Deleta” chegou também nas Crowleys do País e no fundo musical do Programa do Faustão. Finalmente a terceira música trabalhada “Talismã Sem Par”, música inédita de Jorge Vercilo também foi executada pelo Brasil, sendo muito pedida nas rádios de Recife- PE.
Agora, Marcos Assumpção vem com seu 4º CD – QUINTAIS - totalmente MPB e 90% autoral, onde participam nomes renomados da MPB. Esse novo CD é produzido pelo contra-baixista André Neiva e conta com as participações do arranjador e pianista Paulo Calazans, dos bateristas Cláudio Infante, Carlos Bala e Williams Mello, dos violonistas Vitor Biglione, João Castilho e Rogério Meandra, do tecladista Glauton Campelo, do violoncelista Lui Coimbra, das percussões de Marco Lobo, o trompete de Jessé Sadoc, o trombone de Aldivas Ayres, sax e arranjo de metais de Zé Canuto, a cítara de André Gomes, o acordeon de Júlio Teixeira, os arranjos de cordas do maestro Tutuca Borba. André Neiva assina os arranjos de 9 faixas e Paulo Calazans de uma. A co-produção é de Marcos Assumpção.A primeira música de trabalho nas rádios em 2006 foi “Livre pra você”, que alcançou rapidamente diversas capitais, como São Paulo, Brasília, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Goiânia, Vitória, Natal, Campo Grande, São Luiz, Maceió, João Pessoa, Aracajú, Porto Velho, Boa Vista , Manaus , Belém e cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais , Goiás , Santa Catarina e Espírito Santo. Por conta da grande aceitação nas rádios, Marcos fez vários shows e programas de tv em algumas dessas capitais em 2006.
Algumas faixas como “Casa vazia”, “Castiçais”, “Meu quintal”, “Mágica” e “Caravelas”, também chegaram em rádios do País em 2006.
Atualmente quatro músicas do Marcos Assumpção estão tocando nas rádios de Fortaleza.
São elas: Abre coração, Livre pra você e Talismã sem par e Jardins de Cor.
Material cedido gentilmente por Marcos Assumpção e publicado por mim Márcia Martins na Revista Encontro - Maricá - RJ.

Juli Martins

Queridos cada dia que passa mais nos surpreendemos com tantos talentos por este Brasil; espero que gostem desta jovem e super profissional artista pela qual tenho o maior respeito e carinho. Juliana Martins é uma pessoa simples e carismáticas, sou sempre suspeita de falar sobre meus amigos e sendo assim... Vamos que vamos... “CULTURA É O MELHOR REMÉDIO CONTRA TODOS OS MALES DO MUNDO”!
Juliana Martins iniciou sua carreira há quatorze anos atrás com apenas quinze anos de idade. Sua primeira experiência musical foi como vocalista da banda Cry Babies Show, fazendo aberturas de shows de artistas consagrados da MPB, entre eles apresentação de dança de Carlinhos de Jesus e festa de confraternização do então Presidente da Assembléia Legislativa, Sérgio Cabral Filho,no Canecão(Botafogo-RJ).
Com dezoito anos de idade formou sua própria banda, com estilo pop, e se apresentaram no Maracanãzinho,no encerramento das Olimpíadas das APAEs no período de 19 à 24 de julho de 1996. Optando por uma carreira solo, fez muitas apresentações com voz e violão e foi convidada para participar da festa de aniversário de um ano do programa “A voz do Rio” (Rede Bandeirantes) realizada em Botafogo. Ainda com trabalho de voz e violão, no ano de 2002 se apresentou em vários Shoppings, entre eles: Rio Sul, Bay Market, Madureira Shopping, Ilha Plaza, Nova América, Shopping Tijuca, Barra Garden, West Shopping, Lake”s Shopping (Saquarema), Itaipú Multicenter e Shopping Grande Rio totalizando cerca de 250 apresentações ao ano.
Se apresentou no verão de 2003 no Teatro Municipal Mário Lago ao lado do cantor e compositor Tunai num tributo à Elis Regina, e fez a abertura de shows das cantoras Dorina e Fátima Guedes, e dos cantores e compositores Lô Borges e Geraldo Azevedo no Teatro da UFF, onde também foi realizado o lançamento do seu primeiro CD que tem como título: “Cada vez melhor” . O Show contou com as participações especiais de Márvio Ciribelli e Tunai, com casa lotada em seu primeiro show de lançamento.
O CD tem músicas inéditas de Fátima Guedes e Tunai e composições de autores da nova geração da MPB como: Tattá Spalla e Kimura autores de “Novos Ventos”, Carlinhos Voicer autor de “ Lady Dionai”, Rômulo Gomes autor da belíssima “Amor e Sombras” e uma releitura de um clássico da nossa música brasileira : “A flor e o espinho” de Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, que em janeiro de 2004 participou do aniversário de um ano do programa “Cidade do Blues” da Rádio Cidade, foi escolhida também pela Prefeitura de Niterói para cantar a música “Domingo no Parque”de Gilberto Gil no lançamento de um projeto esportivo e cultural no evento “Domingo no Parque”.Hoje, com vinte e nove anos de idade, possui um trabalho bem eclético influenciado principalmente por Chico Buarque, Fátima Guedes, Elis Regina, Rita Lee e os internacionais The Beatles, Sting, Led Zeppelin e Sheryl Crow. Esta grande cantora mezzocontralto promete alcançar um grande público de várias faixas etárias. Possui uma rara qualidade e um excelente bom gosto que se encaixa perfeitamente com seu carisma e sua doce voz definidíssima e extremamente melódica.
Com quinze anos de carreira é uma das vozes representantes da nova safra de cantoras da música popular brasileira. Vem se destacando na área musical, colecionando elogios da crítica no cenário carioca. Juliana Martins gravou seu primeiro CD, independente, intitulado “Cada Vez Melhor” no ano de 2003, onde recebeu o elogio de “A nova revelação da MPB” (Jornal O Fluminense) e muitos convites para shows realizando, naquele ano, o total de 250 apresentações. Cada vez mais ganhando notoriedade no mercado artístico, foi convidada por vários artistas consagrados da MPB para participações nos seus shows, tais como: Geraldo Azevedo, Fátima Guedes, Tunai, Lô Borges, a sambista Dorina, entre outros. Seu primeiro CD já chegou com participações de Márvio Ciribelli e Tunai que a presenteou com uma música inédita: “Fogo Do Amor” (Tunai/Sergio Natureza). Fátima Guedes também a presenteou com sua linda canção “Óbvio”. Sempre em sintonia com sua originalidade ao interpretar suas canções, fez uma releitura em Blues da canção “A Flor e o Espinho”(Nelson Cavaquinho/Guilherme de Brito/Alcides Caminha) que lhe rendeu muitos convites para entrevistas em vários programas de rádio e televisão, como a extinta Rádio Cidade (no Programa “Cidade do Rock”), Rádio MEC e nos programas Canção Nova (com Mirian Rios) e Atitude Ponto Com (TVE).
Atualmente, está em fase de gravação do segundo CD, onde interpretará compositores contemporâneos como: Fred Martins, Luis Capucho e Tattá Spalla, além da participação de Geraldo Azevedo. Lançamento previsto para 2008.Considerada pelo jornal O FLUMINENSE como “A grande revelação da MPB de 2005”, Juliana Martins, em seus 14 anos de carreira vem cativando um público cada vez maior e diversificado. Sua bela voz e postura, que denotam um intenso compromisso com o que é novo e importante, são a marca registrada de suas performances que, aliadas a muita classe e personalidade, a transformam em uma das mais interessantes intérpretes do momento.
Através de seu repertório eclético, Juliana Martins nos conduz por caminhos musicais que nos levam a incontáveis momentos de emoção, seja quando interpreta as grandes e inesquecíveis baladas românticas, que já fazem parte do clássico do nosso cancioneiro, ou quando nos convida a conhecer o seu lado pop rock, já com a intenção de nos remeter às questões sociais mais atuais.Suas excelentes atuações têm-lhe permitido trabalhar nas principais casas do circuito do Show business carioca, ao lado de alguns dos mais importantes ícones da MPB. Artistas de peso como: Geraldo Azevedo, Tunai, Lô Borges, Fátima Guedes, Sérgio Natureza e Dorinna são seus “ fãs de carteirinha” e sempre que a agenda lhes permite, estão ao seu lado, seja como artistas principais convidando-a para se apresentar, ou como convidados no seu próprio trabalho em palcos como o Canecão, Boate Assírius, Circuito SESC, Teatro Rival, Espaço Cantareira, Teatro da Universidade Federal Fluminense, Teatro Municipal de Niterói e Maracanãzinho.
“CADA VEZ MELHOR” é o título do seu primeiro CD e nele já se pode ter uma idéia bastante clara do futuro de Juliana Martins. A começar pela qualidade da embalagem e beleza do encarte criados e executados por Felício Torres, um dos melhores artistas gráficos da atualidade. Na parte principal, a musical, o CD conta com duas canções que foram presenteadas por Fátima Guedes (Òbvio) e por Tunai e Sérgio Natureza (Fogo do amor), uma releitura personalíssima de A Flor e o Espinho (Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha) e 8 canções de compositores da nova safra como Tattá Spalla, Kimura e Carlinhos Voicer , ainda uma participação de Tunai ao violão e Marvio Ciribelli ao piano.
Por sua forma de cantar transcender a rótulos e com interpretação única, Juliana Martins veio para ficar num universo onde não basta ser bom; e ela é muito melhor.
Material cedido gentilmente por Juli Martins e publicado por mim na Revista Encontro - Maricá - RJ.