quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália
QUINTA, 23 DE FEVEREIRO
Happy Hour
Experimente um happy hour diferenciado, em um ambiente de informalidade e sofisticação. No telão, vídeos de jazz e bossa nova. O cardápio tem comidinhas originais, vinhos australianos e deliciosos drinks - dose dupla de caipirinha das 18h às 20h! Uma excelente opção para o fim de tarde.
Horário: 18h às 20h30
Entrada franca
TribOz World Mix
Esse novo projeto une um grupo bem heterogêneo de músicos e amigos, oriundos de Austrália, EUA, e Brasil. A ideia é valorizar a descendência e diversidade de cada integrante, e mergulhar nas linhas principais do jazz tradicional e contemporâneo, como blues, gospel, standards, pop, latin, além de composições e arranjos originais, num formato de alta interação e diálogo entre os músicos. No repertório, standards de jazz e músicas próprias.
Alma Thomas - voz, Cliff Korman - piano, Mike Ryan - trompete e flugel, Rodrigo Ferreira - contrabaixo.
Apresentação: 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 15,00
SEXTA, 24 DE FEVEREIRO
Happy Hour
Experimente um happy hour diferenciado, em um ambiente de informalidade e sofisticação. No telão, vídeos de jazz e bossa nova. O cardápio tem comidinhas originais, vinhos australianos e deliciosos drinks - dose dupla de caipirinha das 18h às 20h! Uma excelente opção para o fim de tarde.
Horário: 18h às 20h30
Entrada franca
Carlos Malta em Pimenta - Tributo à Elis Regina
O multiinstrumentista Carlos Malta realiza uma releitura lúdica, poética, jazzística e mágica para o repertório gravado e eternizado pelo canto de Elis Regina, tendo lançado um CD que foi indicado pela revista norteamericana Jazz Times como o melhor lançamento de 2000. Não perca a chance de ouvir um dos maiores instrumentistas da história da música brasileira, interpretando "Nada será como antes" (M. Nascimento), "Águas de Março" (T. Jobim), "Ladeira da Preguiça" (G. Gil) e "Upa Neguinho" (E.Lobo/G. Guarnieri).
Carlos Malta - saxofones e flautas, Cliff Korman - piano, André Siqueira - guitarra, Augusto Mattoso - contrabaixo, Kesso Fernandes - bateria.
Apresentação: 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 25,00
SÁBADO, 25 DE FEVEREIRO
Carlos Malta em Pimenta - Tributo à Elis Regina
O multiinstrumentista Carlos Malta realiza uma releitura lúdica, poética, jazzística e mágica para o repertório gravado e eternizado pelo canto de Elis Regina, tendo lançado um CD que foi indicado pela revista norteamericana Jazz Times como o melhor lançamento de 2000. Não perca a chance de ouvir um dos maiores instrumentistas da história da música brasileira, interpretando "Nada será como antes" (M. Nascimento), "Águas de Março" (T. Jobim), "Ladeira da Preguiça" (G. Gil) e "Upa Neguinho" (E.Lobo/G. Guarnieri).
Carlos Malta - saxofones e flautas, Cliff Korman - piano, André Siqueira - guitarra, Augusto Mattoso - contrabaixo, Kesso Fernandes - bateria.
Abertura da casa: 20h
Apresentação: 21h
Couvert artístico: R$ 25,00
TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália
Rua Conde de Lages, 19 - Off-Lapa
Estacionamento rotativo na Rua Conde de Lages, 44 (R$ 5,00)
Informações e reservas: (21) 2210 0366 - 9291 5942
Valença RJ Talento da Terra
Posted: 22 Feb 2012 08:02 AM PST
Matéria enviada por Euclides Amaral
Ao lado da modinha e do lundu (séculos XVIII e XIX), da polca e do maxixe (século XIX), o choro (séculos XIX e XX) fixou-se como uma das primeiras manifestações musicais urbanas da cultura popular brasileira.
Sobre a origem do vocábulo “Choro” existem várias teorias e explicações, das quais destaco apenas quatro, todas, muito bem fundamentadas por pesquisadores respeitados.
A primeira explicação cabe a uma vertente que acreditam ser a palavra uma derivação do latim: “chorus” (coro).
Outra vertente de pesquisadores, como a encabeçada por José Ramos Tinhorão, afirma que o termo é derivado do verbo “chorar”. O choro lento (influência do lundu chorado ou doce lundu), por parecer um lamento lembra o verbo “chorar” e quando os instrumentos de cordas, principalmente o violão, são tangidos ao mesmo tempo para o acompanhamento da flauta, lembram um quê de melancolia.
Uma terceira explicação seria do folclorista e etnólogo Luís da Câmara Cascudo, que afirma ser a palavra uma derivação de “Xolo”, certo tipo de baile que os escravos faziam nas fazendas. Da palavra derivou o vocábulo “Xoro”, que foi alterado para “choro”.
Já Ary Vasconcelos acredita que a palavra é uma corruptela de “Choromeleiros”, certa corporação de músicos do período colonial que executavam as “charamelas”. Segundo Henrique Cazes, os instrumentos de palhetas “charamelas” são precursores dos oboés, fagotes e clarinetes.
Na primeira década do século XX o termo “choro” já denominava o gênero como uma forma musical definida e não mais como sinônimo de uma roda de músicos que executavam músicas populares.
Considerado “O Pai dos Chorões”, Joaquim Antonio da Silva Callado Júnior (1848-1880) pertenceu à primeira geração do choro e formou o “O Choro Carioca”, o primeiro grupo instrumental de que se tem notícia.
Portanto, cabe ao leitor a escolha.
*
Euclides amaral em apresentação em Valença
BIBLIOGRAFIA CRÍTICA:
CONVITE: Sexta-feira, noite de lançamento
Onde a música nova se encontra
Uma mensagem a todos os Caiubistas de Clube Caiubi de Compositores
Dia 24/02 (última sexta-feira de fevereiro) acontece a festa de lançamento (oficial) do livro POP PARA-CHOQUE (do poeta Vlado Lima) e o Sarau Sopa de Letrinhas. Tudoaomesmotempoagora, na mesma noite e no mesmo lugar, o Miquelina Bar & Arte. O lançamento do POP PARA-CHOQUE rolará a patrir das 19:30 às 21:30, na sequência virá o Sarau Sopa de Letrinhas com a mesma bagunça e alegria de sempre onde Vlado Lima será o poeta homenageado. Editora Patuá e Miquelina Bar & Arte apresentam Dia 24/02 lançamento do livro POP PARA-CHOQUE (das 19:30 às 21:30 horas) & Sopa de Letrinhas (O Sarau do Caiubi) (das 21:30 horas às 24:00) O livro POP PARA-CHOQUE será vendido por 25 reais (dinheiro ou cheque) e 27 reais cartão. Também pode ser comprado através do site da Editora Patuá phttp://www.editorapatua.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=89&Itemid=54 Sopa de Letrinhas (O Sarau do Caiubi) a partir das 21:30 Horas Poeta Homenageado: Vlado Lima Poesia & Afins Música Performances Participação Especial Tavito Alexandre Lemos Bezão Moral & Bons Costumes Stand-Up Comedy: Marcial Cortez Palco Aberto... é só chegar... botar o nome na lista e correr pro aplauso... Brindes (livros, cds e camisetas) para as melhores leituras Sopa (diverdade) na faixa depois da meia-noite Onde? Miquelina Bar & Arte - Rua Francisca Miquelina 306 Bela Vista (A Rua Francisca Miquelina sai da Rua Maria Paula e é paralela a Brigadeiro Luiz Antônio) Miquelina Bar & Arte Tel. (011) 3107-6596 Aceita todos os cartões Estacionamento ao lado do bar Produção: Vlado Lima & Regina Zamora |
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