Caminhando na Estrada Cultural

sábado, 15 de novembro de 2008

Alex Guedes CLARO MUSIC STORE

Herdeiro legítimo do Soul, “Canto da Alma”
O músico Alex Guedes, depois de ser descoberto por Michael Sullivan e percorrer por um tempo, com o status de artista contratado por algumas companhias de grande porte, ter músicas tocando em trilhas sonora de novelas global, ser produzido por nomes de peso, tais como, Miguel Plopschi e Michael Sullivan , arranjos assinados por Lincoln Olivetti. Preferiu tomar nas mãos as rédeas de sua carreira. E no sentido mais amplo da expressão, assumir seu destino. Aproveitou a “Revolução digital” que vem facilitando o acesso aos meios de produção de música para construir sua “Independência”. E está completando vinte anos na estrada .
Sua estratégia foi óbvia, mas não fácil. Alex fez de sua estrada uma “Escola”. Acumulou informações imprescindíveis no convívio com produtores, engenheiros, técnicos, outros músicos e além é claro de alguns cursos de especialização. Converteu-se em produtor musical e arranjador. Executa seus próprios trabalhos com alguns convidados especiais e os distribui por conta própria na internet.Vem fazendo sucesso, por que existem dois tipos de música, boa e ruim. O mercado é competitivo e a qualidade é fundamental, sobretudo no exterior, e a web como se sabe não têm fronteiras.
Músico de mãos cheias, intérprete dotado de uma grande amplitude vocal e muito swing, Alex Guedes apresenta agora criatividade nos arranjos, tanto na Black Music, (Baladas Rhythym & Blues), quanto nas fusões com a MPB. Demonstrando muito bom gosto, tudo à serviço de uma carreira marcada pela resiliência e determinação, buscando ser coerente com suas verdades e as referências históricas de seu povo. Herdeiro legítimo do Soul, “Canto da Alma”, que mescla lamento e celebração de toda uma ancestralidade de séculos de “Luta”. O seu novo trabalho já está disponível no site CLARO MUSIC STORE [http://claro.imusica.com.br/artista.aspx? ID=13683&T=0], junto com todo o seu catálogo.
Contato: AG Produções - E-mail:voxsoul@hotmail.com - www.myspace.com/agproducoes
Material cedido gentilmente por Magno Moreira - Assessor de imprensa ao Portal Cultural da Zest.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Martedì 25 novembre 2008 ore 19 “Afro-Memória” Pocket-show del cantautore Mombaça.

Martedì 25 novembre 2008 ore 19 “Afro-Memória” Pocket-show del cantautore Mombaça.
Una delle nuove voci della musica brasiliana, Mombaça abbraccia stili che spaziano dalla MPB (Música Popular Brasileira) al pop, dal samba al funk e al reggae danzante. Ingresso libero fino ad esaurimento posti Sala del Grechetto, Palazzo Sormani, entrata da via Francesco Sforza Durante il pocket-show presso la sala Grechetto della Biblioteca Sormani, il cantante e compositore carioca riproporrà alcune tracce dal suo cd “Afro-memoria” concepito nel 2004 dopo la partecipazione alla Conferenza Durban contro il razzismo, la xenofobia e le intolleranze correlate. Il disco venne lanciato subito dopo la conferenza e riedito nel 2007 per includere una bonus-track: Pretinhosidade uno dei duetti più riusciti tra Mombaça e Mart’nália, figlia di Martino de Vila.La coppia è oggi acclamata come una delle più importanti novità della MPB dopo il lancio della canzone “Tava Por Aí”, tra le più suonate in Brasile.
São essas matérias que nos dão a noção do valor que realmente representa a Nossa Cultura e principalmente nossos artistas, é isso aí MOMBA O UNIVERSO LHE AMAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!Essa, eu Márcia Martins recebi carinhosamente via orkut e coloco aqui no Portal Cultural da Zest.

EXPRESSO RURAL EM APRESENTAÇÃO ÚNICA NO TEATRO MUNICIPAL DE ITAJAÍ

Expresso Rural em apresentação única no Teatro Municipal de ItajaíNo próximo domingo (16), o Expresso Rural realiza um show com o nome e a formação original, revivendo os primeiros sucessos em versões acústicas no Teatro Municipal de Itajaí. O show começa às 21 horas e os ingressos já estão à venda no Teatro Municipal a R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia).
Um dos ícones da música de Santa Catarina dos anos 80, o Grupo Expresso surgiu em 1981 em Florianópolis durante o "boom" dos festivais de música estudantis da época. Fortemente inspirado em grupos como 14 Bis e Boca Livre, com pitadas do Rock Rural de Sá e Guarabira com a música Country, o Expresso logo conquistou a cidade, e onde quer que se apresentassem eram sinônimo de casa cheia.
Faziam parte da Banda naquela época Daniel Lucena (voz), Vonei Varaschim (guitarra), Zeca Petry (violões), Paulo Back (baixo), Marcos Ghiorzi (bateria), contando com o apoio nos sopros de Tairone Mandeli e Sérgio Bassit.
Naquela época o grupo se autodenominava Expresso Rural ganhando logo o reconhecimento da mídia, principalmente pela levada melódica, pelos vocais harmoniosos e pelas canções de Daniel o que lhes valeu um especial de TV de uma hora, veiculado em todo o estado.Em 1983, depois de ter tocado praticamente em toda Santa Catarina e também em São Paulo, o Expresso grava seu 1º disco, “Nas Manhãs do Sul do Mundo”, e sofre mudanças na sua formação. Zeca Petry sai, e Marcio Correia entra nos teclados. Em 1984-85, gravam seu 2º LP, “Certos Amigos”, excursionam pelo estado e fazem uma breve experiência na Espanha, no ano seguinte.
Logo após, em 86, Daniel dá um tempo na Banda, e em seu lugar assume os vocais Norton Makowiek, quando partem para a Inglaterra para gravar o que seria o seu 3º disco. Mas problemas no país adiaram o lançamento para mais de um ano depois, onde as músicas foram lançadas em um projeto conjunto com outro grupo da cidade - “Tubarão”, com Maurício Cavalheiro nos vocais.
Depois de um tempo parada, a Banda acabou se reencontrando em 1991 para um único show de comemoração dos 10 anos em Florianópolis, juntando todos os componentes originais. A receptividade foi tão grande que a Banda decidiu continuar daí. Paulo Back que já estava envolvido com o Get Back, viajou para a Inglaterra, sendo substituído temporariamente. Um disco ao vivo foi gravado, e em 1993 foi lançado o derradeiro disco de estúdio e a banda parou, ou deu um tempo a partir de 1995.
Mais Informações: Teatro Municipal de Itajaí: (47) 3349 6447
13 de novembro de 2008
Fotos: Divulgação
Jornalista responsável: Mirian Arins (DRT SC 01762 JP)
Fonte: Fundação Cultural de Itajaí.

Carlos Coria canta grandes nomes da MPB neste sábado.

Carlos Coria canta grandes nomes da MPB neste sábadoO Projeto Encontro Mercado, deste sábado (15), traz a música de Carlos Coria.
A apresentação é das 12 às 16 horas, no Centro de Cultura Popular (Mercado Velho). A entrada é franca.
Carlos Coria lançou seu primeiro trabalho solo, “Siri na Lata”, na reabertura do Teatro Municipal, em 16 de julho de 2005. Músico, cantor, compositor, natural de Porto Alegre, Coria é radicado em Itajaí desde 1959. Iniciou sua caminhada musical em 1980, participando de diversos festivais estudantis. Toca violão, guitarra, baixo e canta.A partir de 1983, passou a tocar profissionalmente. Integrou o grupo “Opus 57 (dois anos) e o grupo ”Incandescente” (oito anos), no qual desempenhou a função de baixista e, depois guitarrista. Em 1984 partiu para a carreira solo, como violonista e cantor, fazendo apresentações em bares da região, festas, shows e eventos.
Estudou guitarra e tocou com o amigo e mestre (saudoso) Carlos Niehues. Formou o grupo “Clave de Lua” e gravou um CD (Furacão) com composições próprias (1999). Teve uma de suas músicas (Papa-Sirí) regravada no CD Coletânea com “Hinos cívicos e canções de Itajaí” que homenageiam a cidade, produzido pela Prefeitura de Itajaí.
Percorreu diversas escolas da Rede Municipal de Ensino, atendendo a solicitações de professores, para ilustrar seus projetos pedagógicos, com a música “PAPA SIRI”. Participou de um CD com coletânea dos artistas locais “Industria do Som”, produzido pela Bob Rock (Balneário Camboriú).
Em 2001, participou do “Festival Itajaí Musical Bar”, com a música “Perto da Mágica”, ganhando o primeiro lugar.
Em 2006, realizou a abertura do Show de Zé Ramalho na 9ª Edição do Festival de Música de Itajaí.
Mais Informações:
Carlos Coria: (47) 3349-8107 ou (47) 9975-7477
13 de novembro de 2008
Foto: Ronaldo Silva Jr.
Jornalista responsável: Mirian Arins (DRT SC 01762 JP)
Fonte: Fundação Cultural de Itajaí

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Cantora Flávia Regina

Cantora brasileira busca gravadora para lançamento de seu primeiro CDAmante do Blues, Jazz e dos ritmos brasileiros, a cantora Flávia Regina vem em busca de reconhecimento em sua terra natal. Após 12 anos de carreira no exterior, Flávia Regina veio ao Brasil para a divulgação de seu trabalho que se resume num repertório variado. “Foi minha escolha morar na Suíça, acredito que por isso deu tão certo. Pensando em minha carreira solo, esse foi o melhor caminho que pude trilhar, pois musicalmente, ganhei muita experiência”, explica a cantora que mesmo com o CD ainda não lançado, já está divulgando o repertório. Nascida em Recife, Flávia foi criada em São Paulo. Na adolescência, já sentia a inspiração do blues negro de Janis Joplin, e resolveu investir na música, cantando em festivais beneficentes e bares da cidade, até ir embora para o exterior. “Estive no Brasil no início do ano para trabalhar meu CD. Minha carreira internacional está bem estruturada, por isso ainda permaneço na Suíça. Os artistas brasileiros na Europa são muito respeitados e a concorrência por aqui é pouca. Mas é um sonho poder voltar ao Brasil e fazer a conexão Brasil e Exterior”, revela Flávia faz um som eclético, seu CD tem música de qualidade dos mais variados ritmos, como samba-canção, house, forró e bossa-nova. Na Suíça desde 1995 Flávia faz apresentações no Club Brasileiro de Zurique, restaurantes e hotéis e tornou-se vocalista da Banda Zoá, que faz parte de uma cooperativa de músicos em sua maioria brasileiros residentes na Suíça fundada por Julinho Martins, até se entregar ao lançamento do primeiro CD. “Este trabalho é uma produção independente, as faixas foram escolhidas durante o tempo em que moro na Suíça. As músicas que realmente deveriam entrar foram se impondo mais com o passar dos anos. Eu fiz questão de colocar músicas de amigos do coração e que se identificam comigo, mas também canções de bons compositores como Carlinhos Brown e Nando Cordel”, comenta a cantora que tem como maior objetivo atingir o coração do público. “Acredito que trabalhar com uma boa produção e cantar os estilos musicais que gosto é o caminho para alcançar esse objetivo”, completa Flávia que em suas composições busca colocar informações e emoções que capta observando o que está ao seu redor e que ajudem o ser humano a evoluir. Há tres meses a cantora vem fazendo contato com as principais gravadoras brasileiras, e em algumas delas seu CD está sendo analisado. “Agora teremos que fazer um trabalho de persistência, para que possamos colher um ótimo resultado. Não é fácil conseguir uma boa gravadora, sem poder contar com pessoas influentes neste mercado. Precisamos agir estrategicamente e ter paciência”, conta. Fonte dessa Informação: Postado por: Leisa Ribeiro - Fonte:www.vistolivre.com

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Thereza Tinoco e Bibi Ferreira

"Há pessoas que nos falam e nem as escutamos; há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossa vida e nos marcam para sempre."
(Cecília Meireles)
Foto gentilmente cedida por Thereza Tinoco ao portal cultural da zest.

Monólogo das Mãos

MONÓLOGO DAS MÃOS - Ghiaroni
Declamado por Bibi Ferreira no programa do Jô
Para que servem as mãos?
As mãos servem para pedir, prometer, chamar, conceder, ameaçar, suplicar, exigir, acariciar, recusar, interrogar, admirar, confessar, calcular, comandar, injuriar, incitar, teimar, encorajar, acusar, condenar, absolver, perdoar, desprezar, desafiar, aplaudir, reger, benzer, humilhar, reconciliar, exaltar, construir, trabalhar, escrever......
As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário; Múcio Cévola queimou a mão que, por engano não matou Porcena; foi com as mãos que Jesus amparou Madalena; com as mãos David agitou a funda que matou Golias; as mãos dos Césares romanos decidia a sorte dos gladiadores vencidos na arena; Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência; os anti-semitas marcavam a porta dos judeus com as mãos vermelhas como signo de morte!
Foi com as mãos que Judas pos ao pescoço o laço que os outros Judas não encontram.
A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda; o operário construir e o burguês destruir; o bom amparar e o justo punir; o amante acariciar e o ladrão roubar; o honesto trabalhar e o viciado jogar.
Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra, uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!
Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia!
As mãos fazem os salva-vidas e os canhões; os remédios e os venenos; os bálsamos e os instrumentos de tortura, a arma que fere e o bisturi que salva.
Com as mãos tapamos os olhos para não ver, e com elas protegemos a vista para ver melhor.
Os olhos dos cegos são as mãos.
As mãos na agulheta do submarino levam o homem para o fundo como os peixes; no volante da aeronave atiram-nos para as alturas como os pássaros.
O autor do «Homo Rebus» lembra que a mão foi o primeiro prato para o alimento e o primeiro copo para a bebida; a primeira almofada para repousar a cabeça, a primeira arma e a primeira linguagem.
Esfregando dois ramos, conseguiram-se as chamas.
A mão aberta, acariciando, mostra a bondade; fechada e levantada mostra a força e o poder; empunha a espada a pena e a cruz!
Modela os mármores e os bronzes; da cor às telas e concretiza os sonhos do pensamento e da fantasia nas formas eternas da beleza.
Humilde e poderosa no trabalho, cria a riqueza; doce e piedosa nos afetos medica as chagas, conforta os aflitos e protege os fracos.
O aperto de duas mãos pode ser a mais sincera confissão de amor, o melhor pacto de amizade ou um juramento de felicidade.
O noivo para casar-se pede a mão de sua amada; Jesus abençoava com a s mãos; as mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes.
Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica, ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.
Com as mãos limpamos as nossas lágrimas e as lágrimas alheias.
E nos dois extremos da vida, quando abrimos os olhos para o mundo e quando os fechamos para sempre ainda as mãos prevalecem.
Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo, são as mãos maternas que nos seguram o corpo pequenino.
E no fim da vida, quando os olhos fecham e o coração pára, o corpo gela e os sentidos desaparecem, são as mãos, ainda brancas de cera que continuam na morte as funções da vida.
E as mãos dos amigos nos conduzem...
E as mãos dos coveiros nos enterram!
fonte: Phobos
Obs: "O famoso Monologo das Mãos, largamente declamado nos teatros brasileiros, nos anos 30, 40 e 50, inclusive pelo tambem famoso Procópio Ferreira, não deve ser confundido com a excelente obra "As Mãos de Euridice" de Pedro Bloch, e nem é de autoria do notável Ghiaroni. Trata-se, o Monólogo das Mãos, ao que consta, de um trabalho de Montaigne, numa tradução de Oduvaldo Viana."
fonte República das Letras -Guest Book (César).