quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Cantora Flávia Regina
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Thereza Tinoco e Bibi Ferreira
Monólogo das Mãos
MONÓLOGO DAS MÃOS - Ghiaroni
Declamado por Bibi Ferreira no programa do Jô
Para que servem as mãos?
As mãos servem para pedir, prometer, chamar, conceder, ameaçar, suplicar, exigir, acariciar, recusar, interrogar, admirar, confessar, calcular, comandar, injuriar, incitar, teimar, encorajar, acusar, condenar, absolver, perdoar, desprezar, desafiar, aplaudir, reger, benzer, humilhar, reconciliar, exaltar, construir, trabalhar, escrever......
As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário; Múcio Cévola queimou a mão que, por engano não matou Porcena; foi com as mãos que Jesus amparou Madalena; com as mãos David agitou a funda que matou Golias; as mãos dos Césares romanos decidia a sorte dos gladiadores vencidos na arena; Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência; os anti-semitas marcavam a porta dos judeus com as mãos vermelhas como signo de morte!
Foi com as mãos que Judas pos ao pescoço o laço que os outros Judas não encontram.
A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda; o operário construir e o burguês destruir; o bom amparar e o justo punir; o amante acariciar e o ladrão roubar; o honesto trabalhar e o viciado jogar.
Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra, uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!
Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia!
As mãos fazem os salva-vidas e os canhões; os remédios e os venenos; os bálsamos e os instrumentos de tortura, a arma que fere e o bisturi que salva.
Com as mãos tapamos os olhos para não ver, e com elas protegemos a vista para ver melhor.
Os olhos dos cegos são as mãos.
As mãos na agulheta do submarino levam o homem para o fundo como os peixes; no volante da aeronave atiram-nos para as alturas como os pássaros.
O autor do «Homo Rebus» lembra que a mão foi o primeiro prato para o alimento e o primeiro copo para a bebida; a primeira almofada para repousar a cabeça, a primeira arma e a primeira linguagem.
Esfregando dois ramos, conseguiram-se as chamas.
A mão aberta, acariciando, mostra a bondade; fechada e levantada mostra a força e o poder; empunha a espada a pena e a cruz!
Modela os mármores e os bronzes; da cor às telas e concretiza os sonhos do pensamento e da fantasia nas formas eternas da beleza.
Humilde e poderosa no trabalho, cria a riqueza; doce e piedosa nos afetos medica as chagas, conforta os aflitos e protege os fracos.
O aperto de duas mãos pode ser a mais sincera confissão de amor, o melhor pacto de amizade ou um juramento de felicidade.
O noivo para casar-se pede a mão de sua amada; Jesus abençoava com a s mãos; as mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes.
Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica, ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.
Com as mãos limpamos as nossas lágrimas e as lágrimas alheias.
E nos dois extremos da vida, quando abrimos os olhos para o mundo e quando os fechamos para sempre ainda as mãos prevalecem.
Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo, são as mãos maternas que nos seguram o corpo pequenino.
E no fim da vida, quando os olhos fecham e o coração pára, o corpo gela e os sentidos desaparecem, são as mãos, ainda brancas de cera que continuam na morte as funções da vida.
E as mãos dos amigos nos conduzem...
E as mãos dos coveiros nos enterram!
fonte: Phobos
Obs: "O famoso Monologo das Mãos, largamente declamado nos teatros brasileiros, nos anos 30, 40 e 50, inclusive pelo tambem famoso Procópio Ferreira, não deve ser confundido com a excelente obra "As Mãos de Euridice" de Pedro Bloch, e nem é de autoria do notável Ghiaroni. Trata-se, o Monólogo das Mãos, ao que consta, de um trabalho de Montaigne, numa tradução de Oduvaldo Viana."
fonte República das Letras -Guest Book (César).
Projeto Vozes da Lapa
Simone Lial, Roberta Espinosa , Pati Oliveira e Karla da Silva no Projeto Vozes da Lapa, que já aconteceu em agosto passado no Odisséia, e volta com força total agora em novembro.
A banda é da melhor qualidade!!!
Henrique Martin s - violão de 7
Domingos Oliveira - cavaquinho
Samuel de Oliveira – sopro
Fred Alves – percussão
Jorge Alexandre – percussão
Daniel Conceição - percussão
Contamos com a presença de todos vocês no nosso show!!!
Está MARAVILHOSO, vocês vão adorar!!!Neste próximo sábado, dia 08 de novembro!!!
A filipeta em anexo dá desconto, imprima frente e verso.
Divulguem pra família, amigos e pro mundo!!!
Esperamos vocês por lá,ok?
Grande beijo!!!
Simone Lial
Projeto "Marianna Leporace Convida"
Caco Pauletti
Caco Pauletti se apresenta no Encontro MercadoO Encontro Mercado deste sábado (08), apresenta o violonista Caco Pauletti. A apresentação acontece das 12 às 16 horas, no Centro de Cultura Popular (Mercado Velho). A entrada é franca.
Violonista, compositor e arranjador, Caco Pauletti começou a tocar violão como autodidata aos onze anos. Estudou violão erudito na Pró-Arte de Itajaí, na Escola Hélio Amaral em Florianópolis e no Conservatório de Música de Florianópolis. Em Jerez de la Frontera na Espanha estudou violão erudito e flamenco com o maestro espanhol Jose Luiz Balao.
Participou de oficinas e workshops com Marco Pereira, Guinga, Hélio Delmiro, Toninho Horta, Arismar do Espírito Santo, Roberto Corrêa, Bia Paes Leme e Rafael dos Santos. Durante as primeiras edições do Festival de Música de Itajaí, participou das oficinas de violão e de choro com os grandes ícones e mestres do choro Maurício Carrilho e Luis Otávio Braga, que tiveram papel bastante importante em sua formação musical e o introduziram no mundo do violão de sete cordas.
Desde então, vem se dedicando ao choro, participando ativamente de grupos e projetos relacionados a esse gênero. No Blu Jazz Festival abriu o show de Hermeto Pascoal. No Festival de Música de Itajaí com o Grupo Chorinho Catarinense abriu os shows de Yamandú Costa e Arranca Toco e acompanhando o cantor Marinho Uriarte abriu o show do Quarteto em Si e MPB4.
Possui em sua discografia o álbum autoral “Ponta da Vigia” (independente) com composições modernas para violão solo. Esse disco teve duas músicas selecionadas para o álbum “Seiscordas” (Beluga Records), que reuniu seis diferentes trabalhos de violonistas de Santa Catarina.
Atualmente integra o grupo de choro “Siriguidum“, é o regente da “Camerata de Violões de Itajaí” e desenvolve um trabalho de Música Instrumental em duo com o percussionista Carlinhos Ribeiro. Além disso, vem trabalhando com diferentes instrumentistas e formações na execução de suas composições.
Mais Informações:
Caco Pauletti: (47) 9965 -1357
Foto: Ronaldo Silva Jr.
Jornalista responsável: Mirian Arins (DRT SC 01762 JP)
Material cedido gentilmente pela Fundação Cultural de Jundiaí
Rua Lauro Müller nº 53 – Centro – Itajaí – SC
CEP: 88.301-400
Fones (47) 3348-3610 – 3349-1214 – 3349-1516 – 3349-0895
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