Caminhando na Estrada Cultural

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália

QUINTA, 1 DE MARÇO
Happy Hour
Experimente um happy hour diferenciado, em um ambiente de informalidade e sofisticação. No telão, vídeos de jazz e bossa nova. O cardápio tem comidinhas originais, vinhos australianos e deliciosos drinks - dose dupla de caipirinha das 18h às 20h! Uma excelente opção para o fim de tarde.
Horário: 18h às 20h30
Entrada franca

TribOz World Mix
Esse novo projeto une um grupo bem heterogêneo de músicos e amigos, oriundos de Austrália, EUA, e Brasil. A ideia é valorizar a descendência e diversidade de cada integrante, e mergulhar nas linhas principais do jazz tradicional e contemporâneo, como blues, gospel, standards, pop, latin, além de composições e arranjos originais, num formato de alta interação e diálogo entre os músicos. No repertório, standards de jazz e músicas próprias.
Alma Thomas - voz, Cliff Korman - piano, Mike Ryan - trompete e flugel, Rodrigo Ferreira - contrabaixo.
Apresentação: 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 15,00

SEXTA, 2 DE MARÇO
Happy Hour
Experimente um happy hour diferenciado, em um ambiente de informalidade e sofisticação. No telão, vídeos de jazz e bossa nova. O cardápio tem comidinhas originais, vinhos australianos e deliciosos drinks - dose dupla de caipirinha das 18h às 20h! Uma excelente opção para o fim de tarde.
Horário: 18h às 20h30
Entrada franca

Gilson Peranzzetta e Mauro Senise convidam Sílvia Braga
Em Melodia Sentimental (Biscoito Fino, 2010), Gilson Perazzetta e Mauro Senise escolheram um repertório que abrange composições dos séculos XVIII a XXI — de Johann Sebastian Bach ao próprio Peranzzetta. Neste trabalho, o piano de Gilson e os saxofones e flautas de Mauro somam-se à harpa de Sílvia Braga — uma combinação ao mesmo tempo inusitada e feliz, criando uma interessante variedade de possibilidades sonoras. O eclético programa traz Villa-Lobos, Debussy, Bach, Tom Jobim e Ary Barroso, entre outros.

Gilson Peranzzetta - piano, Mauro Senise - saxofones e flauta, Sílvia Braga - harpa.
Apresentação: 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 25,00

SÁBADO, 3 DE MARÇO
Andrea Dutra Quarteto
O quarteto da cantora Andrea Dutra tem linguagem própria, e formou seu vasto repertório durante os cinco anos em que apresentou-se nas tardes de sábado da Modern Sound. No repertório, muito jazz, MPB e samba, misturando Moacir Santos, Cole Porter, Chico Buarque, Tom Jobim e Stevie Wonder.
Andrea Dutra - voz, Paulo Malaguti Pauleira - piano, Augusto Mattoso - contrabaixo, Ricardo Costa - bateria.
Abertura da casa: 20h
Apresentação: 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 20,00


TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália
Rua Conde de Lages, 19 - Off-Lapa
Estacionamento rotativo na Rua Conde de Lages, 44 (R$ 5,00)
Informações e reservas: (21) 2210 0366 - 9291 5942

2º Baile do Hawaii Cruzeiro do Vale!

CHRIS RASTA no Almanaque Café

BloGessinger: CANÇÃ(*) C(*)M N(*)TA DE R(*)DAPÉ - 38

BloGessinger: CANÇÃ(*) C(*)M N(*)TA DE R(*)DAPÉ - 38: Frequentemente me perguntam como escrevi esta ou aquela canção. Frequentemente fico com cara de tacho, sem saber responder. Não é que eu ...

MICHEL MELAMED ESTREIA ‘ADEUS À CARNE’ NO SESC GINÁSTICO

Com inspiração carnavalesca, espetáculo tem Bruna Linzmeyer, Michel Melamed, Pedro Henrique Monteiro, Rodolfo Vaz, Thalma de Freitas e Thiare Maia no elenco
 
FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO: www.factoriacomunicacao.com
 
  ‘Da aurora do Brasil - bezerra parida em dor – apesar de tudo, quero a violência do parto (meu vagido de esperança)’
 
Paulo Mendes Campos – Testamento do Brasil
 
Provocação, transgressão e subversão são palavras freqüentemente usadas para definir o trabalho de Michel Melamed. Não é à toa. Na última década, ele despontou no cenário teatral brasileiro com três monólogos marcados pela inusitada mistura de linguagens e o discurso altamente corrosivo. Sucesso de público por onde passaram, ‘Regurgitofagia’ (2004), ‘Dinheiro Grátis’ (2006) e ‘Homemúsica’ (2007) rodaram o mundo, receberam importantes prêmios e renderam a Michel uma bolsa de estudos em Nova York, onde estreou ‘SeeWatchLook’ (2011), montagem que resultou em mais de 400 artigos publicados ao redor do mundo. A temporada no exterior e a volta ao Brasil resultaram em um novo espetáculo, ‘Adeus à Carne’, em cartaz a partir de 24 de fevereiro no Sesc Ginástico.
 
Ele repete a parceria com a produtora Bianca de Felippes (Gávea Filmes) – que o acompanha desde ‘Regurgitofagia’ – e, desta vez, dividirá o palco com um elenco, formado por Bruna Linzmeyer, Pedro Henrique Monteiro, Rodolfo Vaz, Thalma de Freitas e Thiare Maia. O grupo dá continuidade à pesquisa inaugurada em sua trilogia inicial (Trilogia Brasileira), mesclando música, poesia, teatro, performance, artes visuais, body art, stand-up comedy e tecnologia. As diversas cenas que compõem ‘Adeus à Carne’ são estruturadas através de uma linguagem ainda inédita no trabalho de Michel: o Carnaval carioca, mais especialmente o desfile das Escolas de Samba.
 
Conceitos como comissão de frente, carro abre-alas, velha-guarda, ala das crianças e a própria transmissão televisiva da festa são subvertidos e usados para encadear cenas que criticam, ironizam e expõem temas do Brasil contemporâneo, como violência, individualismo e relações humanas. O cenário – assinado por Bia Junqueira – é repleto de engrenagens, estruturas mecânicas e, no embalo da proposta, também cumpre função alegórica, se tornando parte indissociável da encenação.
 
Homens, máquinas e jogos de linguagens
 
‘O título ‘Adeus à Carne’ seria a tradução do latim para Carnaval, mas para mim hoje sugere a despedida da carne, da própria vida. Aponta-se, mais uma vez, para uma sociedade truculenta, em dívida com seus cidadãos’, analisa Michel, que desenvolveu o texto do espetáculo ao longo do período de ensaios, levando em conta experimentos e improvisos do elenco.
 
A ideia central – ou tentativa, como prefere o diretor – é mesmo quebrar a linguagem e desestabilizar, no bom sentido, o espectador. ‘É surpreendendo as expectativas que pretendemos estimular a criatividade, tanto dos artistas envolvidos como do público. O procedimento para isto acontecer se dá com os jogos de linguagens, trabalhando não somente através do livre-trânsito entre as fronteiras, mas fundamentalmente sobre essas fronteiras. Deste modo, diria que é um espetáculo sem sentido, como o país que ele quer retratar’, conceitua.
 
Cada ‘ala’ ou cena do desfile proposto pela encenação tem uma estrutura mecânica-cenográfica própria, peça fundamental para atravessar as tais fronteiras a que ele se refere. Desta forma, entram em cena seis pistas verticais de corrida para que os atores disputem – literalmente – uma ‘corrida de lágrimas’ e ainda dois ‘chuveiros’ com velas, despejando cera quente nas atrizes, o que pode remeter aos choques elétricos recebidos por Michel em ‘Regurgitofagia’.
 
Engana-se, porém, quem imagina se tratar de uma obra hermética e de difícil acesso: ‘Um dos princípios deste trabalho é justamente recusar o fosso falacioso que existiria entre a construção de uma obra baseada em pesquisa e experimentação transgressiva, em diálogo com a tradição; e o entretenimento, o humor, a poesia e a leveza’, afirma o criador.
 
 
ADEUS À CARNE
 
Criação e direção: Michel Melamed
 
Com Bruna Linzmeyer, Michel Melamed, Pedro Henrique Monteiro, Rodolfo Vaz, Thalma de Freitas e Thiare Maia
 
Cenografia: Bia Junqueira
Figurinos: Luiza Marcier
Iluminação: Adriana Ortiz
Direção Musical: Lucas Marcier e Fabiano Krieger
Visagismo: Rubens Libório
Programação Visual: Estúdio Radiográfico / Pedro Garavaglia e Oiívia Ferreira
 
Produção Executiva: Gabriel Bortolini
Direção de Produção: Bianca de Felippes
Realização: Gávea Filmes / Bianca de Felippes e Michel Melamed
Patrocínio:
Prefeitura do Rio - Secretaria Municipal de Cultura- FATE
Governo do Estado do Rio de janeiro- Secretaria de Cultura

Mariene de Castro recebe Nelson Rufino no Santo de Casa