Caminhando na Estrada Cultural

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Cultura de Todos: Zona Leste é tricampeã do Carnaval de Araçatuba

Cultura de Todos: Zona Leste é tricampeã do Carnaval de Araçatuba: O Carnaval 2012 de Araçatuba foi marcado pela participação popular nos desfiles das escolas de samba e pelo tricampeonato da Unidos d...

Ao Vivo Music

Ao Vivo Music
info@aovivomusic.com.br
Rua Inhambu, 229, Moema. Tel.: (11) 5052-0072 - São Paulo - SP Brazil
Horário de Funcionamento: de Segunda à Sábado, das 19h as 02h.
www.aovivomusic.com.br

Banda BLITZ e Melanina Carioca

Circo Carioca
 
Data: 09 de Março @ 22hrs
Local: Clube do Servidor
Venha curtir a melhor festa carioca tranzendo o conceito do circo voador
A banda mais irreverente dos anos 80 numa super festa em Brasília
Venha relembrar vários momentos e rever vários amigos.

Atrações:
Banda Blitz
Melanina Carioca

Pontos de Venda
Zimbrus (Pier 21, 305 Sul, Aguas Claras, Taguatinga)
KEB (105 Sul)

Informações:
3347-6763 / 3425-3300 / 9311-6836
Mais detalhes: clique aqui!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Diz Que Fui Por Aí - Luiz Melodia

No País dos Prequetés

No País dos Prequetés

TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália

QUINTA, 23 DE FEVEREIRO

Happy Hour
Experimente um happy hour diferenciado, em um ambiente de informalidade e sofisticação. No telão, vídeos de jazz e bossa nova. O cardápio tem comidinhas originais, vinhos australianos e deliciosos drinks - dose dupla de caipirinha das 18h às 20h! Uma excelente opção para o fim de tarde.

Horário: 18h às 20h30
Entrada franca


TribOz World Mix
Esse novo projeto une um grupo bem heterogêneo de músicos e amigos, oriundos de Austrália, EUA, e Brasil. A ideia é valorizar a descendência e diversidade de cada integrante, e mergulhar nas linhas principais do jazz tradicional e contemporâneo, como blues, gospel, standards, pop, latin, além de composições e arranjos originais, num formato de alta interação e diálogo entre os músicos. No repertório, standards de jazz e músicas próprias.

Alma Thomas - voz, Cliff Korman - piano, Mike Ryan - trompete e flugel, Rodrigo Ferreira - contrabaixo.

Apresentação: 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 15,00


SEXTA, 24 DE FEVEREIRO

Happy Hour
Experimente um happy hour diferenciado, em um ambiente de informalidade e sofisticação. No telão, vídeos de jazz e bossa nova. O cardápio tem comidinhas originais, vinhos australianos e deliciosos drinks - dose dupla de caipirinha das 18h às 20h! Uma excelente opção para o fim de tarde.

Horário: 18h às 20h30
Entrada franca


Carlos Malta em Pimenta - Tributo à Elis Regina
O multiinstrumentista Carlos Malta realiza uma releitura lúdica, poética, jazzística e mágica para o repertório gravado e eternizado pelo canto de Elis Regina, tendo lançado um CD que foi indicado pela revista norteamericana Jazz Times como o melhor lançamento de 2000. Não perca a chance de ouvir um dos maiores instrumentistas da história da música brasileira, interpretando "Nada será como antes" (M. Nascimento), "Águas de Março" (T. Jobim), "Ladeira da Preguiça" (G. Gil) e "Upa Neguinho" (E.Lobo/G. Guarnieri).

Carlos Malta - saxofones e flautas, Cliff Korman - piano, André Siqueira - guitarra, Augusto Mattoso - contrabaixo, Kesso Fernandes - bateria. 

Apresentação: 21h à 1h
Couvert artístico: R$ 25,00


SÁBADO, 25 DE FEVEREIRO

Carlos Malta em Pimenta - Tributo à Elis Regina
O multiinstrumentista Carlos Malta realiza uma releitura lúdica, poética, jazzística e mágica para o repertório gravado e eternizado pelo canto de Elis Regina, tendo lançado um CD que foi indicado pela revista norteamericana Jazz Times como o melhor lançamento de 2000. Não perca a chance de ouvir um dos maiores instrumentistas da história da música brasileira, interpretando "Nada será como antes" (M. Nascimento), "Águas de Março" (T. Jobim), "Ladeira da Preguiça" (G. Gil) e "Upa Neguinho" (E.Lobo/G. Guarnieri).

Carlos Malta - saxofones e flautas, Cliff Korman - piano, André Siqueira - guitarra, Augusto Mattoso - contrabaixo, Kesso Fernandes - bateria. 

Abertura da casa: 20h
Apresentação: 21h
Couvert artístico: R$ 25,00


TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália
Rua Conde de Lages, 19 - Off-Lapa
Estacionamento rotativo na Rua Conde de Lages, 44 (R$ 5,00)
Informações e reservas: (21) 2210 0366 - 9291 5942

Valença RJ Talento da Terra

Posted: 22 Feb 2012 08:02 AM PST

Matéria enviada por Euclides Amaral

Ao lado da modinha e do lundu (séculos XVIII e XIX), da polca e do maxixe (século XIX), o choro (séculos XIX e XX) fixou-se como uma das primeiras manifestações musicais urbanas da cultura popular brasileira.
Sobre a origem do vocábulo “Choro” existem várias teorias e explicações, das quais destaco apenas quatro, todas, muito bem fundamentadas por pesquisadores respeitados.
A primeira explicação cabe a uma vertente que acreditam ser a palavra uma derivação do latim: “chorus” (coro).
Outra vertente de pesquisadores, como a encabeçada por José Ramos Tinhorão, afirma que o termo é derivado do verbo “chorar”. O choro lento (influência do lundu chorado ou doce lundu), por parecer um lamento lembra o verbo “chorar” e quando os instrumentos de cordas, principalmente o violão, são tangidos ao mesmo tempo para o acompanhamento da flauta, lembram um quê de melancolia.
Uma terceira explicação seria do folclorista e etnólogo Luís da Câmara Cascudo, que afirma ser a palavra uma derivação de “Xolo”, certo tipo de baile que os escravos faziam nas fazendas. Da palavra derivou o vocábulo “Xoro”, que foi alterado para “choro”.
Já Ary Vasconcelos acredita que a palavra é uma corruptela de “Choromeleiros”, certa corporação de músicos do período colonial que executavam as “charamelas”. Segundo Henrique Cazes, os instrumentos de palhetas “charamelas” são precursores dos oboés, fagotes e clarinetes.
Na primeira década do século XX o termo “choro” já denominava o gênero como uma forma musical definida e não mais como sinônimo de uma roda de músicos que executavam músicas populares.
Considerado “O Pai dos Chorões”, Joaquim Antonio da Silva Callado Júnior (1848-1880) pertenceu à primeira geração do choro e formou o “O Choro Carioca”, o primeiro grupo instrumental de que se tem notícia.
Portanto, cabe ao leitor a escolha.
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Euclides amaral em apresentação em Valença
BIBLIOGRAFIA CRÍTICA: