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CULTURA É O MELHOR REMÉDIO CONTRA TODOS OS MALES DO MUNDO!!!
Apontada em reportagem de capa do segundo caderno do jornal O Globo como uma das melhores cantoras de samba da nova geração, vem se destacando pela voz de timbre doce e suave com afinação precisa e interpretação viva e original. Seu repertório é formado por músicas de compositores brasileiros como Chico Buarque, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Cartola, Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira, entre outros. Atualmente, canta com os seguintes conjuntos: Rabo de Lagartixa, Pé do Ouvido, Cana de Litro e Escangalha a Maçaneta. Elisa faz uma noite pra lá de animada.
O Grupo Semente volta às noites de quinta – onde tradicionalmente se apresenta acompanhando Teresa desde 2001 – para mostrar seu trabalho agora sem a cantora que está de licença maternidade. Nessa temporada, o grupo apresenta um outro lado de seu trabalho, e recebe a cada semana um convidado diferente, procurando trazer, além de artistas já consagrados como Wilson das Neves, Monarco e Moacir Luz, os novos nomes da sua geração como Edu Krieger, Moyseis Marques, Ana Costa, Casuarina e Alfredo Del Penho. O Grupo Semente é formado por Bernardo Dantas (violão de 7 cordas), João Callado (cavaquinho), Pedro Miranda (voz e percussão) e Mestre Trambique (voz e percussão), foi criado em 1998 para acompanhar a cantora Teresa Cristina, e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos da Lapa. Foto: Duda Simões.
Segundo CD solo de Zé Nogueira, “Carta de pedra” sucede “Disfarça e chora” (lançado pelo mesmo selo, MP, B, em 1995), no qual, aliás, havia duas composições de Guinga, “Senhorinha” e “Futuramente”. Mas sucede, sobretudo, o minucioso trabalho de produção que Zé Nogueira fez com Mario Adnet sobre a obra do compositor e saxofonista Moacir Santos, que resultou em dois CDs, “Ouro negro” e “Choros e alegria”, e no resgate da obra do seu ídolo para as novas gerações. ”Recuperar a obra de Moacir Santos era um sonho para mim, que consegui realizar” diz Zé Nogueira. “Depois desse esforço e desse prazer, só me restava mergulhar na obra de Guinga, talvez a mais importante do nosso tempo”. Com seu lírico sax soprano, Zé Nogueira usa a música de Guinga para escrever sua carta na pedra. HUGO SUKMAN
Terceira Semana
Estudo – A Menina Sem Estrela
Data: 18/03
Horário: 20hrs
Preço: entrada franca
Duração: 50 minutos
Idade recomendada: 16 anos
Micro-sinopse
Jogo performático a partir do conto autobiográfico de Nelson Rodrigues “A menina sem estrela”. Uma explosão do universo rodrigueano e sua relação com o nascimento da filha, cega - “Se eu ficasse cego, meteria uma bala na cabeça” - ou um Nelson visto com outros olhos.
Ficha Técnica
Direção: Bruno Cordeiro
Elenco: Danilo Minharro, Fábio Júnior Batista, Marina Vecchione Ungaro, Natália Siufi
Estudo – Sara
Data: 19/03
Horário: 20hrs
Preço: entrada franca
Duração: 40 minutos
Idade recomendada: 14 anos
Micro-sinopse
Sara vive sozinha, em um mundo criado por ela mesma. Enclausura-se em sua casa, espaço em que cria seus heróis, seus ideais, suas situações de divertimento, de dor, de amor e suas crises; tudo isso a partir de uma relação doentia estabelecida com a televisão – o único meio que liga sua vida ao mundo externo.
Ficha Técnica
Direção: Nathália Bonilha
Texto: Sarah Kane
Interpretação: Helena Queiroz
Coordenação dramatúrgica: Nathália Bonilha
Concepção de luz: Amanda Cavalcante e Nathália Bonilha
Operação de luz: Nathália Bonilha
Operação de som: Ana Tolentino
Cenário e figurino: Helena Queiroz e Nathália Bonilha
Vídeos: Mário Henrique Chaves
Ensaio de Pós-Graduação – Fado de Rosita: O Trágico no teatro de Federico Garcia Lorca
Data: 20/03
Horário: 20hrs
Preço: entrada franca
Duração: 75 minutos
Idade recomendada: 12 anos
Micro-sinopse
O espetáculo “Fado de Rosita”, ainda em processo, investiga os símbolos trágicos na obra de García Lorca. O trabalho desdobra-se da pesquisa desenvolvida pelo diretor Claudio Castro Filho na Pós-graduação em Artes da Unicamp, sob orientação de Maria Lucia Candeias. Partindo do poema “Dona Rosita a solteira ou a linguagem das flores”, o trabalho busca no imaginário ibérico da saudade as metáforas para pensar o amor, a espera, o destino e a desilusão.
Ficha Técnica
Texto original: Federico García Lorca
Tradução, dramaturgia e direção: Claudio Castro Filho
Elenco: Aline Gibson, Bia Alexandrisky, Claudio Serra, Juliana Zarur e Theo Fellows
Pesquisa de objetos e espaço cênico: Teatro do Acúmulo
Figurino: Claudio Serra
Iluminação: Chayanna Ferreira
Paisagem sonora: Thiago Rocha e Claudio Castro Filho
Exercício Cênico – Lilá ou o Jogo de Deus
Data: 21/03 a 23/03
Horário: Sábado às 21hs, Domingo e Segunda às 20hrs
Preço: entrada franca
Duração: 65min
Idade recomendada: livre
23/03 - Diálogo com a Companhia e a Convidada Alice K. , após a apresentação do espetáculo.
Micro-sinopse
Na tradição filosófica indiana, Lilá significa “o teatro ou o jogo de Deus”, referindo-se a realidade dos seres humanos, sempre mutável e inesperada. Lilá é um dinâmico espetáculo que mostra realidades humanas, metáforas, histórias inexplicáveis e canções d’alma, para compartilhar o mistério de simplesmente estarmos vivos.
Ficha Técnica
Elenco: Carolina Vidotti, Deborah Andrade, Emilene Gutierrez, Fernando Dourado, Leonardo Costa, Lúcia Kakazu e Patrick AmstaldenPreparação Vocal: Se-Rok Park
TUSP - Teatro da USPR. Maria Antônia, 294 - Consolação(11) 3255-7182
www.usp.br/tusp
www.tusp.blogspot.com