Caminhando na Estrada Cultural

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CEHUM - A figura do Jagunço e alguns de seus percursos temáticos na arte brasileira

CEHUM: 12 de dezembro de 2013 – sala 210 CP1, às 11h

Seminário de Literatura
Entrada Livre

«A figura do Jagunço e alguns de seus percursos temáticos na arte brasileira»
Antônio Vicente Seraphim Pietroforte (Universidade de São Paulo)
 
Resumo:
Ao lado das figuras do retirante, do beato e do boiadeiro, o jagunço é personagem constante na arte brasileira de meados do século XX, na fase regionalista do modernismo no que diz respeito aos autores da região nordestina do Brasil. No entanto, o jagunço já aparece no romantismo quando, após a independência de 1822, busca-se a construção de valores nacionais próprios. 
Nossa comunicação pretende, justamente, mostrar como a mesma figura – o jagunço – presta-se, em função de projetos nacionalistas, ao revestimento de percursos temáticos distintos, realizando-se como:
(1) bandido social em O cabeleira, romance de Franklin Távora;
(2) casta real e guerreira, na literatura de Guimarães Rosa;
(3) guerrilheiro revolucionário de esquerda, no cinema novo de Glauber Rocha.
 
Antônio Vicente Seraphim Pietroforte é formado em Português e Linguística pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo; fez o mestrado, doutorado e livre-docência na mesma Faculdade, onde leciona desde 2002 no Departamento de Linguística; atua nos cursos de graduação em Letras e no curso de pós-graduação em Semiótica e Linguística Geral.
 
Na área acadêmica, é autor de:
Semiótica visual – os percursos do olhar;
Análise do texto visual – a construção da imagem; 
Tópicos de semiótica – modelos teóricos e aplicações;
Análise textual da história em quadrinhos – uma abordagem semiótica da obra de Luiz Gê;
Enunciação e tensividade – a semiótica na batida do samba;
O discurso da poesia concreta – uma abordagem semiótica.
Na área literária, é organizador de quatro antologias e autor de três romances, cinco livros de poesia, um livro de contos e uma banda desenhada.
 
 

Desenhos Recentes - Acervo da Casa da Cerca - Instituto Açoriano de Cultura

Visite o site:

Convite/Invitation - ANTONIO MANUEL - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Guaraná, olho de gente -1983- PARTE I

AMAZÔNIA MUNDI

CEUVAGEM: AMAZÔNIA MUNDI: A EXPOSIÇÃO AMAZÔNIA MUNDI abre a visitação no dia 30 de novembro e fica até maio de 2015. Até lá um público constituído de maioria crian...

Pró-Música/UFJF lança CD da Orquestra Barroca do Festival

O 14º álbum do grupo do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga traz registro inédito do “Requiem”  no Brasil
 
O Centro Cultural Pró-Música/UFJF lança, neste mês de dezembro, o CD da Orquestra Barroca do 24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga realizado em julho, em Juiz de Fora (MG). O 14º álbum do grupo, formado por músicos de várias partes do mundo e dirigido por Luís Otávio Santos, tem como destaque a gravação inédita no país do “Requiem”, de W. A. Mozart, uma das obras mais aclamadas e populares do repertório erudito.
Além da tradicional interpretação historicamente informada realizada pela Orquestra Barroca, uma novidade é a participação especial, nesta gravação, do Conjunto Calíope. As vozes do grupo carioca, dirigido por Júlio Moretzsohn, se juntam aos acordes das estrelas internacionais da música erudita, sob regência  do violinista barroco Luis Otávio Santos.
"A Orquestra Barroca do Festival fez mais um registro singular na história da discografia brasileira: o Requiem de W.A.Mozart com instrumentos de época, a primeira gravação do gênero no Brasil. O público terá a oportunidade única de ouvir a versão ‘histórica’ da orquestra, acompanhada pelo Calíope", destaca Luís Otávio. No 14º CD da Orquestra Barroca, também foi gravado “Ave Verum”, de Mozart.
Com a mais longa discografia do gênero no país, tanto pelo número de CDs gravados quanto pela continuidade ao longo de anos ininterruptos, a Orquestra Barroca já registrou importantes obras do repertório europeu, compreendendo do período barroco ao clássico. Na discografia, destaque, ainda, para a execução das mais representativas peças do período colonial brasileiro, também com instrumentos de época. Neste CD, a música colonial está representada por seu expoente máximo, padre Jose Mauricio Nunes Garcia. A orquestra registrou duas obras breves do compositor: motetos " Dies Sanctificatus" e "Gradual de S. Sebastião". 
 
A Orquestra
A Orquestra Barroca é resultado das principais metas do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga: o estudo, a realização e a divulgação da música antiga, interpretada segundo critérios técnicos e estilísticos de sua época. Além disso, os músicos da Orquestra buscam inovar a música do passado, aumentando o interesse e confirmando sua imortalidade através dos tempos. Em seus 14 CDs já gravados e um DVD o grupo interpretou obras de J.S. Bach, G.F.Handel, G.P.Telemann, J. M. Leclair, A. Vivaldi,J.G.Graun,  J.Emerico Lobo de Mesquita, André da Silva Gomes, Mozart, Padre Jose Mauricio Nunes Garcia e J. Haydn. A Orquestra Barroca do Festival é a única formação do gênero no país e tem reputação internacional pelo sólido trabalho continuado e o alto nível artístico de suas realizações. Em 2006, a Orquestra recebeu o prêmio "Disco de Ouro" concedido pela revista "Diapason" pela gravação do CD com obras de J. F. Rebel, J. S Bach e Lobo de Mesquita.
 
O regente
Luís Otávio Santos atua com as mais conceituadas formações de música barroca no panorama mundial. Em 2007, o violinista, que é diretor artístico do Festival e diretor para assuntos internacionais do Pró-Música/UFJF, foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, distinção concedida aos que mais se destacam na divulgação da cultura brasileira. No Brasil, além das atividades ligadas ao Centro Cultural Pró-Música/UFJF, fundou e coordena o Núcleo de Música Antiga do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim-ULM em São Paulo , onde também é professor de violino barroco.
 
O Festival
O Centro Cultural Pró-Música/UFJF realizou, entre os dias 14 e 28 de julho, o 24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. O evento, que acontece em Juiz de Fora (MG), ofereceu 37 cursos de instrumentos antigos e modernos e 30 concertos gratuitos com grupos e músicos de referência no Brasil e no exterior. Os cerca de 700 inscritos frequentaram cursos de traverso, viola da gamba, violino, violoncelo, cravo, além de canto e dança barroca e oficinas de prática de orquestra brasileira histórica e transcrição e edição de documentos antigos. Entre as opções também estão as oficinas para crianças, como a de prática de orquestras. A formação de professores tem espaço com o curso de didática da musicalização.
O lançamento do CD será no dia 15 de dezembro, às 20h30, na Igreja da Glória, com concerto das Orquestras e Coral Pró-Música/UFJF, sob regência de Nerisa Aldrighi e Guilherme Oliveira. A entrada é franca.
O 24° Festival contou com o patrocínio de Petrobras, UFJF, Cemig, Prefeitura de Juiz de Fora e ArcelorMittal; apoio de Lei Federal de Incentivo à Cultura, Funalfa, Tribuna de Minas, TV Integração, Rumos Empresa Júnior de Turismo e Quilombo Comunicação. 
Acompanhe o Festival e todas as atividades do Pró-Música no Twitter – @promusicajf

Prêmios do Festival
- Tombado como patrimônio imaterial pela Prefeitura de Juiz de Fora (2009)
- Trofeu Guarany do 9º Prêmio Carlos Gomes, concedido por Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e Alice Carta Produções (2004)
- Ordem do Mérito Cultural, insígnia concedida pela Casa Civil da Presidência da República/Ministério da Cultura (2002)
- Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, na categoria preservação de bens móveis e imóveis, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Ministério da Cultura (2000)
- Evento do calendário oficial Juiz de Fora, Prefeitura de Juiz de Fora (1997)

Assessoria Pró-Música (32) 3216-4787
Lilian Pace (32) 9112-5581
Fabiola Costa (32) 9982-2422

Fundacion Contemporanea - NOVEDADES EN PÚBLICA 14

NOVEDADES EN PÚBLICA 14

El programa de Pública 14 | Encuentros Internacionales de Gestión Cultural incorpora varias novedades, nuevos ponentes de prestigio, talleres, visitas profesionales y más presencia de la actividad 10x10 PÚBLICA, en la que este año puede participar todo el público general.

NUEVAS PONENCIAS:
David Mareček. Director de la Orquesta Filármonica Checa. REPÚBLICA CHECA
Sarah Hughes. Directora Creative & Cultural Skills. REINO UNIDO
Térence Mosca. Director de TM Consultoría y estrategia de marketing digital. FRANCIA
Andrea Nogueira. Responsable del Centro de Investigación y Formación en Sao Paulo. SESC. BRASIL
André Courchesne. Director de desarrollo de negocio. HEC Montréal. CANADÁ
Luk Vanbergen. Coproducer. BÉLGICA


TALLERES:
Indicadores culturales, audiencias y estadísticas. Marc Sans, Sara Hughes y Tom Fleming
Cultura capaz. Accesibilidad, creatividad y participación. Fundación Manpower
Cultura y compromiso social. Fundación la Caixa
Puedes formalizar tu inscripción durante estos días asegurando tu plaza para participar. Consúltanos sobre los descuentos a estudiantes de Máster Gestión Cultural, miembros de FEAGC y desempleados.
10x10 PÚBLICA aumenta su presencia de la mano de la Fundación Banco Sabadell. Antonella Broglia vuelve a dirigir y comisariar las presentaciones. Presenta tu proyecto cultural antes del miércoles día 11 de diciembre y si es seleccionado, podrás llevarte una de las tres ayudas de 1.000 € para ponerlo en marcha.
 
Toda la información en:
www.fundacioncontemporanea.com