Caminhando na Estrada Cultural

terça-feira, 2 de novembro de 2010

HAIR 2010 - FENÔMENO TEATRAL

FENÔMENO TEATRAL,

"HAIR" GANHA VERSÃO BRASILEIRA

DIRIGIDA POR CHARLES MÖELLER E CLAUDIO BOTELHO

Nova montagem do musical mais celebrado de todos os tempos

Estreia em 5 de novembro no Oi Casa Grande

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO: www.factoriacomunicacao.com

Em plena Guerra do Vietnã, o mundo experimentava as dores e as delícias da época: a descoberta de drogas como LSD, o amor livre, o rock psicodélico, a filosofia oriental e o estilo de vida dos hippies. Por outro lado, assistia ao primeiro conflito internacional televisionado e se indignava com os horrores da segregação racial e sexual. Neste verdadeiro caldeirão de acontecimentos, Hair estreava em um pequeno teatro off-Broadway, em 1967. Não precisou de muito tempo para se tornar um fenômeno, migrar para o circuito principal e se propagar em dezenas de montagens ao redor do planeta.

Hoje, mais do que um espetáculo teatral, Hair é um mito. Com a passagem do tempo, o musical se tornou ao mesmo tempo espelho e uma das principais referências do movimento cultural e comportamental que mudou o mundo nas décadas de 60 e 70. Este acontecimento teatral sem precedentes vai aportar novamente por aqui, mais de 40 anos depois da única e lendária montagem nacional. A partir de 5 de novembro, Charles Möeller e Claudio Botelho vão mostrar ao público a novíssima versão brasileira de Hair, no palco do Oi Casa Grande. A empreitada tem produção da Aventura Entretenimento (A Noviça Rebelde, O Despertar da Primavera, Gypsy) e patrocínio da SulAmérica Seguros e Previdência e da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro.

Símbolo de uma época, Hair não se tornou um fenômeno com validade, o que foi recentemente comprovado pelo sucesso de duas remontagens (2009-2010), na Broadway e em Londres. Ainda vivemos em guerra e os conflitos são muito parecidos e tão assustadores e sem sentido como o do Vietnã. Da mesma forma que ainda somos cheios de tabus e vivemos na intolerância. O grito de Hair continua ecoando, justifica Charles Möeller, que ressalta ainda todas as rupturas promovidas pelo espetáculo original, com texto de Gerome Ragni e James Rado e música de Galt MacDermot. Entre as novidades, estavam as cenas de i nteração com a plateia, o fato de os atores se dirigirem diretamente ao público, a ausência de cenário, de uma coreografia formal e uma emblemática cena de nudez frontal.

Os autores estavam no lugar certo e na hora certa. Eles encenaram exatamente o que estavam vivendo, colocaram em letra e música aquilo que todos queriam falar. Não fizeram um musical, mas o manifesto de toda uma geração. Canções como Aquarius viraram hinos até hoje, explica Claudio Botelho. Para ele, a música é um dos fatores determinantes para a empatia do espetáculo com a plateia. A comunicação imediata é garantida pela mistura do rock a principal voz dos jovens na época com diversas sonoridades, como a música negra, que ainda não era divulgada para as massas, mantras orientais, letras psicodélicas e influências de música tribal.

Uma tribo sui generis em cena

No palco, os atores são os instrumentos responsáveis por esta comunhão com o público. Através de cenas curtas, os personagens integrantes de uma tribo de hippies de Nova York apresentam suas personalidades distintas, seus dilemas e seu peculiar estilo de vida. O coletivo é sempre destacado em cena, ainda que a trama principal gire em torno de Claude (Hugo Bonemer), jovem convocado para a Guerra do Vietnã, seu amigo Berger (Igor Rickli), uma espécie de líder da tribo, a grávida Jeanie (Letícia Colin) e a idealista Sheila (Carol Puntel).

Sempre brinco e falo que o personagem principal da peça é a tribo, analisa Charles.

Chegar aos 30 eleitos para compor esta tribo não foi uma tarefa fácil. Charles Möeller, Claudio Botelho, a coordenadora artística Tina Salles, a produtora de elenco Marcela Altberg, a produtora Aniela Jordan e o diretor musical Marcelo Castro se depararam com mais de cinco mil inscrições para os testes, um recorde absoluto. Depois de uma primeira seleção, eles fizeram 700 audições, em um processo que durou três semanas. É impressionante observar como a qualidade das audições aumentou em pouco tempo. Há sete anos, quando começamos a fazer testes, apenas 15% dos inscritos eram bons. Em Hair, mais de 85% foram excelentes, nunca vi nada igual. Acredito que o grande diferencial desta montagem será à força do elenco, afirma Aniela Jordan, diretora executiva e sócia da Aventura Entretenimento.

Audição é fundamental em teatro musical. O maior ganho é conhecer pessoas novas. Montar Hair e descobrir dois protagonistas é ótimo, garante uma cara fresca, analisa Charles, se referindo à escolha de Hugo Bonemer e Igor Rickli para os principais papeis masculinos. Os dois interpretam os amigos Claude e Berger, definidos por Charles como as duas faces da mesma moeda. Enquanto o primeiro se demonstra frágil, cheio de dúvidas e transborda sensibilidade, o outro tem um lado selvagem e uma sexualidade aparente. É como se fosse o id e o superego, o corpo e a alma, o racional e o irracional conduzindo essa tribo, resume o diretor.

Liberdade na recriação de um ícone

Nos bastidores, Charles e Claudio contam com a premiada equipe que os acompanhou nos últimos espetáculos. Vencedor dos prêmios Shell e APTR pela iluminação de O Despertar da Primavera, Paulo César Medeiros assina a luz da montagem. Marcelo Pies, indicado ao Shell por Gypsy, trabalha com uma infinidade de peças originais e acessórios de época na composição de um legítimo figurino hippie para a tribo. Rogério Falcão, por sua vez, é responsável por toda a cenografia do espetáculo, cujo visual tem inspiração direta no psicodelismo.

Se no espetáculo original o palco vazio e sem elementos era uma novidade, a montagem atual preferiu criar uma ambientação especial para a tribo. Tudo se passa em um local abandonado, que poderia ser uma igreja, um hospital, um casarão explica Charles, que optou por suavizar as referências americanas do texto. Assim como em todos os outros espetáculos de Möeller & Botelho, os direitos de Hair foram comprados com total liberdade na adaptação.

Esta versão autoral da dupla se completa com a colaboração do coreógrafo Alonso Barros (Sweet Charity, O Despertar da Primavera), brasileiro radicado em Viena há 20 anos. Os extensos números de dança mobilizam todo o elenco e dialogam com a proposta de não-coreografia do espetáculo original. O trabalho de dança inclui cenas de plateia em que o elenco sobe literalmente pelas cadeiras e espectadores, que ainda são convidados a subir no palco na canção final, a libertadora Let the sunshine in.

A cronologia de um fenômeno

Também atores, Gerome Ragni e James Rado levaram três anos para chegar ao texto final de Hair. Durante esta gestação, eles absorveram as inúmeras referências e as rápidas transformações que o mundo vivia. Galt MacDermot se uniu à dupla no final de 1966 e, em apenas três meses, compôs toda a música do espetáculo, cuja sonoridade também remetia ao inconsciente coletivo jovem da época.

A estreia triunfante no circuito off-Broadway impulsionou a montagem para o circuito principal em pouco tempo. Em abril de 1968, Hair estreava no Biltmore Theatre com mais um feito: a aprovação unânime de toda a tradicional crítica especializada. Mesmo alertando os leitores acerca das cenas de sexo, nudez e homossexualidade, os jornalistas se renderam por completo, caso do lendário Clive Barnes, temido e respeitado crítico do The New York Times

Em sua resenha, ele ressalta a novidade, o frescor e toda a inventividade do que era mostrado.

É simples saber porque Hair é tão adorado, disse na época. Por conta da transgressão do que é visto em cena, John Chapman, do Daily News, elogiava a montagem, mas frisava que não é um musical para levar uma dama, enquanto Richard Watts, do Post, afirmava que é difícil resistir à energia jovem do elenco.

O espetáculo seguiu em cartaz até 1973 e deu origem ao filme homônimo, dirigido por Milos Forman e lançado em 1979. Responsável por popularizar ainda mais a peça e as canções, o longa metragem optou por dar um tratamento menos psicodélico e estruturar o roteiro de forma cartesiana, privilegiando uma dramaturgia mais convencional. As mudanças envolveram os perfis dos personagens e até o enredo, que sofreu uma grande alteração em seu desfecho. Não à toa, os autores da peça rejeitaram enfaticamente o filme.

A Era de Aquarius no Brasil

Até hoje, um espetáculo da Broadway leva um certo tempo para ser encenado em outros países. Como mais uma prova do fenômeno coletivo que é Hair, o musical já estreava no Brasil em outubro de 1969. Depois de uma complicada negociação de direitos com os autores americanos e com a censura brasileira, a montagem dirigida por Ademar Guerra repetiu o sucesso e causou enorme polêmica na época, menos de um ano após a publicação do AI-5.

As apresentações repercutiam em todo o país e impulsionaram a carreira de artistas como a estreante Sonia Braga. Ao longo da temporada, que durou até 1972, nomes consagrados se revezaram nos elencos, como Antonio Fagundes, Nuno Leal Maia, Aracy Balabanian, Armando Bogus, Ariclê Perez e Ney Latorraca.

Depois de assistir à celebrada remontagem da diretora Diane Paulus em Nova York, em 2009, Charles Möeller e Claudio Botelho concordaram que era a hora de enfrentar o desafio, dar a visão da dupla para o musical e trazer o mito de Hair de volta ao Brasil. Vendo a peça, a gente percebe como a juventude é parecida, independente da época. O tempo é muito curto e transitório. Por isso mesmo, Hair continua moderno e, mais do que isso, intenso, resume Charles.

Aventura Entretenimento

Nos últimos dois anos e meio, a Aventura Entretenimento foi o motor responsável por uma série de espetáculos bem-sucedidos, que atestam o renascimento do teatro musical brasileiro. Montagens como as de A Noviça Rebelde e Gypsy comprovaram que, além de um grande público de musicais, o Brasil vem desenvolvendo profissionais extremamente qualificados para o ramo. A Aventura está muito feliz em fazer parte e também ter sua parcela de responsabilidade para este processo. Hair é o ápice disso tudo, a qualidade dos atores e dos técnicos impressiona, analisa Aniela Jordan, diretora da Aventura.

A empresa investe em linguagens variadas dentro do teatro musical, privilegiando espetáculos autorais (7 O Musical), contemporâneos (O Despertar da Primavera) e infantis (Charlie e Lola, integrante do selo Aventurinha). Entre os feitos da Aventura, está ainda o celebrado Beatles Num Céu de Diamantes, sucesso absoluto de público em várias temporadas, com direito a apresentações em Lion, na França. Desde 2008, a Aventura levou mais de 750 mil espectadores ao teatro.

HAIR

LIBRETO E LETRAS

Gerome Ragni

James Rado

MÚSICA

Galt MacDermot

VERSÃO BRASILEIRA

Claudio Botelho

DIREÇÃO

Charles Möeller

DIREÇÃO MUSICAL

Marcelo Castro

COREOGRAFIA

Alonso Barros

CENÁRIO

Rogério Falcão

FIGURINOS

Marcelo Pies

ILUMINAÇÃO

Paulo Cesar Medeiros

DESIGN DE SOM

Marcelo Claret

VISAGISMO

Dudu Meckelburg

COORDENAÇÃO ARTÍSTICA

Tina Salles

CASTING

Marcela Altberg

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Aniela Jordan e Luiz Calainho

ELENCO

Hugo Bonemer (Claude)

Igor Rickli (Berger)

Carol Puntel (Sheila)

Letícia Colin (Jeanie)

Marcel Octavio (Woof)

Reynaldo Machado (Hud)

Tatih Köhler (Crissy)

Karin Hils (Dionne)

Danilo Timm (Margaret Mead / Tribo)

Fernando Rocha (Pai de Claude / Tribo)

Bruna Guerin (Mãe de Claude / Tribo)

Conrado Helt (Hubert / Tribo)

Tribo:

Aline Wirley

César Mello

Cássia Raquel

Ditto Leite

Emerson Espindola

Esdras de Lucia

Felipe Magga

Jana Amorim

Janaina Lince

Julia Gorman

Kotoe Karasawa

Luana Zenun

Lu Bollina

Marcelo Pires

Mariana Gallindo

Pedro Caetano

Renan Mattos

Sergio Dalcin

REALIZAÇÃO

UM ESPETÁCULO DE

Charles Möeller e Claudio Botelho

SERVIÇO

Estreia dia 5 de novembro

Temporada de 5 de novembro a 19 de dezembro

Teatro Oi Casa Grande

Av. Afrânio de Mello Franco, 290 Leblon.

Tel:  (21) 2511- 0800

Quintas e sextas, às 21h.

Sábados, às 18h e 21h30.

Domingos, às 19h.

Preços:

Quintas e sextas

Camarote R$ 120

Plateia Vip R$ 120

Plateia Setor 1 R$ 100

Balcão Setor 2 R$ 80

Balcão Setor 3 R$ 40

Sábados e domingos

Camarote R$ 150

Plateia Vip R$ 150

Plateia Setor 1 R$ 120

Balcão Setor 2 R$ 100

Balcão Setor 3 R$ 60

Horários da Bilheteria:

Terça e quarta das 15h às 20h, quinta e sexta 15h às 21h, sábados 12h às 21h30, domingos 12h às 19h.

Ingressos pela Internet: http://bit.ly/dnXh3e

* Aceita todos os cartões de crédito e de débito

Acesso para deficientes físicos e poltronas para obesos

Capacidade do teatro: 926 lugares

Duração do espetáculo: 130 minutos (com intervalo de 15 minutos)

Classificação etária: 14 anos.

Informações para a imprensa:

Factoria Comunicação

Vanessa Cardoso ( vanessa@factoriacomunicacao.com )

Pedro Neves ( pedro@factoriacomunicacao.com )

(21) 2249-1598 / 2259-0408

Fonte: http://www.moellerbotelho.com.br/cartaz

Vídeo de lançamento: Globo NEWS

Rio Scenarium - Mangue Seco Cachaçaria

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Teatralidade do Humano II: Teatralidade e Fronteiras do Teatro

No dia 10 de novembro às 19 horas, no teatro OI Futuro Flamengo, A Teatralidade do Humano II, traz à tona a discussão sobre a “Teatralidade e Fronteiras do Teatro”, com a participação de nomes internacionais como José Sanchis Sinisterra e Marco Antonio de La Parra.

Da Espanha, o professor titular do Instituto de Teatro de Barcelona, dramaturgo e diretor teatral, José Sanchis Sinisterra que atualmente viaja por diversos países realizando workshops.  Do Chile, o psiquiatra, escritor e dramaturgo Marco Antonio de La Parra, autor de mais de 70 títulos traduzidos para diversos idiomas e membro da Academia Chilena de Belas Artes. E como não poderia faltar, um nome de peso representando o pensamento brasileiro, Aderbal Freire Filho, diretor e autor, entre seus espetáculos mais recentes estão Hamlet, Macbeth e Orfeu, de Vinicius de Moraes.

Venha participar e contribuir com a discussão sobre a Teatralidade e Fronteiras do Teatro!

Aguardamos vocês...

Para maiores informações, veja nosso convite eletrônico ou visite nosso site:

http://www.ateatralidadedohumano.com.br

Oi Futuro Flamengo

Entrada franca.

Senhas serão distribuídas meia hora antes dos eventos.

18º Feira do Vinil e CDs Independentes

Discoteca Pública – Desde 08 de novembro de 2005

No próximo dia 08 de novembro a Discoteca Pública estará completando cinco anos com suas portas abertas. A resposta vem chegando aos poucos. Conseguimos um certo prestígio com essa nova empreitada de fazer um acervo só com música brasileira no formato de vinil.

Quantos LPs ou compactos terão sido gravados no Brasil desde a criação do disco de vinil, em 1948? Esta é, provavelmente, uma daquelas perguntas impossíveis de serem respondidas mais a minha idéia é reunir 40 mil discos em uma espécie de museu vivo da música popular brasileira.

O sonho começou a tomar forma em novembro de 2005, quando no início haviam apenas uns mil discos meus particulares, o acervo é novo ainda.

No último ano o acervo cresceu em quatro mil discos, hoje conta com 13 mil peças, apareceram alunos de escolas públicas e privadas, pesquisadores, historiadores e curiosos de forma geral realizando pesquisas e gravações de músicas perdidas pelo tempo. Diversas discografias foram completadas e as pessoas interessadas estão se cadastrando via site, já contamos com centenas de nomes.

O acervo é adquirido através de doações e compra de Lps, reunindo obras tanto de artistas consagrados quanto aqueles cuja obra resume-se a um único Lp. A proposta também é de diminuir a saída de Lps do país, mantendo a memória musical preservada.

A Discoteca Pública tem como meta e objetivo o resgate da Música Popular Brasileira através dos antigos discos de vinil. O projeto é de catalogação de tudo que foi produzido no Brasil no formato de LP durante quase 50 anos e também tudo que foi produzido fonograficamente no estado de Minas Gerais, disponibilizamos os discos para audição, gravação e pesquisa.

O objetivo é fazer com que as pessoas voltem a escutar, cuidar e assim preservar os antigos LPs, para que não se percam no tempo, preservando assim sua história.

Ainda estamos no começo, faltam muitos exemplares ainda, mas é muito gratificante este processo de busca, essa satisfação que dá quando se pega um disco há anos procurado.

A Discoteca Pública funciona de segunda a sexta-feira, das 10 às 19 horas e de dois em dois meses acontece a Feira do Vinil, sempre no primeiro ou segundo sábado do mês, são encontros com os amantes do vinil.

A Feira do Vinil está completando 3 anos e visa à preservação dos bolachões, fazer com que os discos voltem para os pratos das picapes e em contato com as agulhas, para isso colocamos os interessados informados de como se conseguir agulhas, equipamentos, lugares que fazem manutenção dos aparelhos e locais que se pode comprar ou trocar discos raros.

A Feira do Vinil vai tirar muitos discos da zona de risco, com a procura muitos deles começarão a aparecer, dando chance a novos colecionadores conseguirem os seus favoritos, tem muita coisa mal guardada e escondida, pelo fato de não ser mais usado muitos estão se perdendo.

Com a abertura da Discoteca Pública as pessoas começaram a dar mais valor para esse objeto de desejo que é o disco de vinil, começaram a aparecer mais informações sobre as lojas que vendem discos, mais matérias em jornais, enfim, o mercado deu uma boa esquentada e para quem realmente gosta, ele nunca morreu e sobreviverá para a eternidade.

18º Feira do Vinil e CDs Independentes

Comemoração dos 5 anos da Discoteca Pública

06 de novembro / 2010 – Sábado

Entrada franca

Horário – 12h às 20h

Participação da Turma do Vinil, com vários DJs fazendo a festa

http://www.turmadovinil.com.br

Rua Machado, 207 – Floresta / BH

(Próximo ao Colégio Batista)

Contato – 31 – 3036-2919

www.discotecapublica.com.br

Disco é Cultura!!!

CEUVAGEM: HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO

CEUVAGEM: HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO: "silvino santos, rio putumayo, 1913 a fonte do artigo é o link logo abaixo. Abraço, ..."

Kiloffer falará sobre a L´Association

O quadrinista francês Patrice Kiloffer, fundador da editora L’Association, estará no Zarinha Centro de Cultura nesta quinta-feira, dia 4 de novembro, para descrever o trabalho da editora independente. L’Association publicou o quadrinho Persepolis, que foi adaptado para animação em 2007 e exibido, este ano, no Cineclube do Zarinha Centro de Cultura.

Esta palestra faz parte do evento “Kiloffer em João Pessoa”, promovido pela Aliança Francesa e a Universidade Federal da Paraíba.

Programação

Data: quinta-feira, 4 de novembro

Hora: 19h

Entrada: gratuita

Programação do evento “Kiloffer em João Pessoa”

2  de novembro  às 19h

Exposição de quadrinhos de Killoffer

Local: Aliança Francesa

3 de novembro às 19h

Lançamento do álbum “Quando tem que ser”, de Killoffer

Local: Comic House

4 de novembro às 19h

Conferência e encontro com Killoffer

Local: Zarinha Centro de Cultura

 

Zarinha Centro de Cultura

Acesse o novo portal e participe

http://www.zarinha.com.br/zarinha

Telefone: (83) 4009-1130/1111

Avenida Nego, 140, TambaúJoão Pessoa, Paraíba

Recital de Formatura em Canto

Cantora paranaense que reside em Pouso Alegre há quatro anos. Sua vida musical teve inicio aos nove anos na escola Spaço, Arte e Música em Santo Antônio da Platina/PR e desde então nunca mais parou.  Atualmente está concluindo o curso técnico em canto no CEMPA e também faz Faculdade de Música com habilitação em canto pela Universidade do Vale do Rio Verde. Faz parte dos projetos Bares de Minas, Grupo Cantus Quatro, Grupo de samba Feitiço da Vila e voz e violão com Bruno Vinci.  Influenciada pela Bossa Nova, MPB, Samba e Clube da Esquina, criou sua identidade musical.
Acompanhem o blog: 

http://conservatoriopa.blogspot.com

Que é um show e eu garanto.
Bjs estrelares e musicais hiper cheios de muita luz sempre.