Caminhando na Estrada Cultural

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Orquestra Sinfônica, Camerata e quatro Corais dão o tom do CONCERTO DE NATAL

Os músicos de Orquestra Sinfônica, Camerata Jovem e Corais Pró-Música, do Colégio dos Jesuítas, do Colégio de Aplicação João XXIII da UFJF e Coro Masculino “Pater Wisniewski” dão o tom do tradicional concerto de Natal promovido pelo Centro Cultural Pró-Música. Mais uma vez, a Igreja da Glória será palco para a celebração cristã. A regência ficará à cargo dos maestros Nelson Nilo Hack e Fernando Vieira, com colaboração de João Paulo Fazza. Segundo a diretora-presidente do Pró-Música, Maria Isabel de Sousa Santos, o programa escolhido para a noite de celebração foram os quatro primeiros responsólios da obra “Matinas do Natal”, considerada obra-prima do Padre José Maurício Nunes Garcia. Esta obra foi composta para o último Natal do século XVIII e expressa o mais puro estilo mauriciano: maestria no tratamento vocal, muita graça e simplicidade. Nas partituras, há, ainda, concertos para violino de Mozart e para trompete, de Vivaldi, com participação especial dos solistas Yuri Reis Corrêa (violino) e Clayton Juliano Rodrigues Miranda (trompete). Para o regente Fernando Veira, a importância do concerto está em compartilhar com o público juizforano os reflexos de nossa natureza musical, já que o terceiro responsório é considerado uma manifestação espontânea de brasilidade. “Talvez a mais recuada transposição dessa natureza, em música religiosa do nosso passado.” Na sua opinião, a execução da obra de cunho religioso significa convívio com uma cultura amadurecida dentro do processo setecentista, convívio até agora muito divulgado pelo Pró-Música, nas várias edições do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. De acordo com o regente, não foi difícil unir os vários grupos corais. “Esses momentos de união de vários coros é muito propício para os cantores, pois há uma grande troca de experiências, promovendo o crescimento musical.” O Concerto de Natal, aguardado pelo público e tradicional no calendário cultural da cidade, marca, ainda, o encerramento das atividades do calendário 2009 do Pró-Música.

Programa:

Orquestra Sinfônica Pró-Música

Regência: maestro Nelson Nilo Hack

MOZART - Concerto em Ré maior para violino e orquestra
Solista: Yuri Reis Corrêa
HAYDN - Concerto para tompete em mi bemol
Solista: Clayton Juliano Rodrigues Miranda
Camerata Pró-Música e Corais Pró-Música, do Colégio dos Jesuítas, de Aplicação João XXIII da UFJF e Coro Masculino "Pater Wisniewski"
Regência: Fernando Vieira e João Paulo Fazza
PADRE JOSÉ MAURÍCIO NUNES GARCIA - quatro primeiros responsólios da
obra “Matinas do Natal”

Quando:Dia 20 de dezembro, às 20h Onde: Igreja da Glória Quanto Custa: Entrada franca

Assessoria Pró-Música (3216-4787)

Fabíola Costa (9982-2422)

Daniella Costa (8822-3472)

MARIA RITA | E MAIS: CASUARINA | FUNDIÇÃO PROGRESSO

SAUDADE DOI - Miguel Falabella

SAUDADE DOI Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade de um filho que estuda fora. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga, Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald's; se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias. Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música; não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer; Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...

Miguel Falabella

sábado, 28 de novembro de 2009

UFRRJ - Rural tem contadores de estória

Rural tem contadores de estória
O grupo Igipilapas é um grupo de contadoras de estórias que nasceu junto com o Laboratório de Desenvolvimento Humano do Dep.to Economia Doméstica e de trabalhos acadêmico desenvolvidos na iniciação científica e estágio supervisionado neste tema sob a coordenação da Profa. Gisele Souza (ICHS/DED). A contação de estória é uma atividade conhecida dos séculos passados na qual toda a família ouvia, sendo compartilhada uma parcela de conhecimento, tradição e valores. A ideia principal do grupo surgiu para incentivar a leitura tanto em crianças quanto em adultos. Neste contexto, oficinas de contação tem sido realizadas para crianças do CAIC, professores, alunos de diferentes cursos da UFRRJ com várias técnicas de contação são utilizadas. Dentre elas, há a contação em tapetes, uma abordagem criada na França pela educadora Clotilde Hammam, na qual cenário e personagens são costurados à mão ou máquina de costura. Inicialmente, compõem o grupo, Gisele Souza e as discentes do curso de Economia Doméstica Alicia de Castro, Samantha Meneses, Deise Silva, Leiliane Coelho e Gisele Martins. O grupo conta com a orientação e participação na confecção do material da técnica Luanda do Santos, Profa. Edilene Lagedo, Marcela Abreu e Daiane Juliasse, monitora da área de vestuário e têxteis e o aluno do curso de História, Vitor Oliveira no violão (e porque não na costura também?)Uma oficina de contação de estória com carga horária de 24 horas será realizada no inicio do próximo semestre, para a formação de novos contadores haja visto a participação de mais de 120 pessoas por oficina no evento da Prodocência!
Postado em: 27/11/2009 às 17:06 Fonte: www.ufrrj.br

sábado, 7 de novembro de 2009

sábado, 31 de outubro de 2009

Oficina da Voz Clarisse Grova

Verifique o App 'Zorap'
Amigos! Experimentem o ZORAP. Com ele, abrimos janelas com imagem e áudio. Assim, trocaremos idéias. Instalei e gostei, confiram! Ferramenta útil para a rede OVCG.
Bj e até breve. Clarisse Grova

Teatro Ulysses Guimarães

Cia de comédia setebelos em Sobre vovós e lobos a comédia
07 e 09 de Novembro no teatro ulysses guimarães
Uma Comédia para Gente Grande Alguns anos se passaram desde que a bruxa deu uma maçã à Branca de Neve, o Lobo Mau se fez passar pela Vovó e o Capitão Gancho foi derrotado.
Agora, todos os vilões foram libertados da prisão e se uniram para impedir que uma misteriosa profecia que envolve a princesa e outras criaturas se cumpra.
Por se considerarem injustiçados ao serem presos, os malfeitores farão de tudo para fazerem “justiça” com as próprias mãos, patas e ganchos.
Porém, algumas revelações e surpresas durante a jornada os pegam desprevenidos e eles têm de enfrentar situações jamais imaginadas.
Uma Comédia imperdível, com respostas para diversas perguntas que tínhamos quando éramos crianças. Ingressos:
Inteira: R$ 30,00
Meia: R$ 15,00
Mais informações clique aqui!