Caminhando na Estrada Cultural

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

MARIANNA LEPORACE convida SUELY MESQUITA e EUGENIO DALE.

Amigos, A estréia no Artelúrica foi um sucesso! Inauguramos muito bem a nova fase do projeto e vamos seguindo cada segunda-feira com mais novidades e ótimos convidados! Dessa vez Marianna Leporace realiza uma experiência diferente e entrevista dois compositores ao mesmo tempo! Eles trabalham juntos há bastante tempo e criaram uma identidade de duo, apesar de manterem suas carreiras separadamente. Ela compositora, cantora, letrista criativa, antenada, parceira de Zélia Dunca, Zeca Baleiro, Pedro Luis, Chico César (e muita gente!), gravada por Fernanda Abreu, Ney Matogrosso, Moska, Celso Fonseca, entre muitos outros . Ele instrumentista, cantor dos bons, arranjador, produtor musical e compositor que passeia com desenvoltura por vários gêneros musicais. Parceiro de Antonio Villeroy, Ana Carolina, Suely Mesquita e Mu Chebabi, gravado por Paula Lima, Ana Carolina, Luciana Mello, Luiza Possi, Taryn Szpilman, entre muitos outros intérpretes. SUELY MESQUITA e EUGENIO DALE, são os convidados de MARIANNA LEPORACE do dia 19 de janeiro! Esperamos por vocês!!!!!!!! MARIANNA LEPORACE CONVIDA: SUELY MESQUITA E EUGENIO DALE Artelúrica Segunda - 19 de janeiro - 20 h Rua Vinicius de Moraes, 101 R$ 15,00 - convite-amigo R$ 10,00 - pros 20 primeiros em ordem de chegada!
Sandra De Paoli
Zênitha Produções
Tel: (21) 2255-8918 à tarde
Tel: (21) 2549-2114 à noite
Cel: (21) 8872-3675
O grupo BeBossa é um sexteto vocal, de sonoridade sofisticada e contemporânea, com influências que vêm tanto da Música Brasileira, como do Jazz e do Blues, de grupos como Boca Livre, Os Cariocas, MPB4, Quarteto Em Cy, Manhatan Transfer, Take6.
As principais características do trabalho são a fusão da rítmica brasileira com uma harmonia jazzística e, sobretudo, o fato dos sons serem produzidos apenas pelas vozes, sem nenhum instrumento, ou seja, a capela.
As vozes soam como instrumentos, proporcionando ao público a sensação de estarem ouvindo uma banda, com sons de trumpetes, baixos, guitarras e percussões.
Em seu primeiro CD, com lançamento confirmado para outubro de 2008 pelo selo SaladeSom, o grupo celebra os 50 anos da Bossa Nova com arrojados arranjos vocais de canções como Só Tinha de Ser Com Você, Luísa, Passarim, Samba de Verão e Capim.
Direção Musical:
Zeca Rodrigues
Cantores:
Marcela Velon
Carol Assad
Cissa de Luna
Cauê Nardi
Zeca Rodrigues
Matias Corrêa

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

AMIGAS DO VINHO NO CÉU CABEM TODAS AS ESTRELAS!

Mulheres do Norte ao Sul do Brasil, apaixonadas por vinhos e espumantes participarão da posse das novas diretorias da FEBAVE-Federação Brasileira de Confrarias e Associações Femininas do Vinho e do Espumante (http://www.febave.com.br/ ) e da CAV-Confraria Amigas do Vinho (http://www.amigasdovinho.com.br/ ), em Bento Gonçalves/RS, no próximo dia 7 de fevereiro.
O evento será um almoço de confraternização (13:00h.) no Parque de Eventos da FENAVINHO (http://www.fenavinho.com.br/), capitaneado pelo Mestre e Sommelièr Internacional (italiano) Roberto Rabacchino.
Visitação às vinícolas e pontos turísticos estão sob a coordenação da parceira Terra Bela Turismo (http://www.terrabela.com.br/ ).
Confira a programação desse inesquecível final de semana, nos sites http://www.febave.com.br/ e http://www.amigasdovinho.com.br/
Prestigie e participe da união e da força feminina, no universo do vinho.
Beijos & Vinhos,
Maria Lúcia Rodrigues & Assessoria Nacional

domingo, 11 de janeiro de 2009

Fique ligado no som que vem de Minas Gerais...Brasil.

Lançamento Nacional da Cantora e compositora Vanessa MoraisMusica "ANJO"...
Lindos aqui em nosso Portal Cultural da Zest é assim.... cada dia uma surpresa........................

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

CADU MENDONÇA

"TENS DIAS QUE ACORDO SAMBA...TENS DIAS QUE ACORDO ROCK AND ROLL,MAS TODO DIA ACORDO BLACK...
"Carioca da Praça da Bandeira, era guitarrista de ouvido desde os 13 anos, quando, apesar de ter crescido ouvindo a nata da MPB, tinha como ídolos roqueiros como Ace Frehley, Jimmy Page, Eric Clapton, Eddie Van Halen, entre outros. Resolveu então estudar teoria aos 16. Aos 18, já apaixonado também pelo jazz, a black music, e reencontrando o samba e a MPB da infância, faria seu primeiro trabalho profissional acompanhando a cantora Maria Clara Pierotti, hoje radicada nos Estados Unidos. Aos 21 anos, estava formado em Harmonia, Improvisação e Arranjo pelo Centro Musical Antônio Adolfo, quando começou a dar aulas particulares e em escolas. Ao longo deste período teve aulas com Antônio Adolfo, Scott Henderson, Nélson Faria, Ricardo Siveira, Nico Assumpção, João Carlos Assis Brasil, Victor Biglione, Mariza Gandelmann, Alexandre Carvalho, Tomati , Fred Ryos, Rama e Rômulo Thompson . Por ter estudado Arranjo, foi arranjador de algumas jovens bandas e jovens cantores (fazendo arranjos inclusive para festivais). Além disso, se envolveu com alguns trabalhos de Publicidade e Propaganda (área pela qual possui curso superior pela PUC-RJ), fazendo gravações, jingles e redação publicitária. Ao longo dos anos tocou e gravou com inúmeros artistas e músicos como ANTÔNIO ADOLFO, ED WILSON, GABRIEL PENSADOR, ELBA RAMALHO, LUKA, BEBETO, NÉLSON FARIA, ALEX COHEN, RIO SOUND MACHINE, NADA PESSOAL, RENATA GEBARA, EDU KRIEGER, DIOGO BROWN, RONNIE MARRUDA, MEDUSAS DREADS, entre outros. Atualmente, está trabalhando num material inédito de músicas suas, paralelamente ao show de rock que faz, chamado “Tributo a 3 guitarras”, uma homenagem aos principais guitarristas do chamado "classic rock" (metade dos anos 60 até o fim dos anos 70), como JIMI HENDRIX, ERIC CLAPTON, JIMMY PAGE (Led Zeppelin), SANTANA, DAVID GILMOUR (Pink Floyd), KEITH RICHARDS (Rolling Stones) entre outros. Também possui um home studio do qual saem várias produções para bandas e artistas, jingles e trilhas em geral. Além de ministrar aulas de música, mas escolas Mais que Música e Guitar Club, atua como diretor musical, guitarrista/violonista do cantor TON HYLL e da poetisa, performer e atriz KYVIA RODRIGUES. Como sideman, também toca com o cantor SAPIENZA e com as bandas BLACK SAMBÃO e RADIO HITS.
Material cedido gentilmente por Cadu Mendonça ao Portal Cultural da Zest.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Rubens Azevedo e seus convidados se apresentam no Encontro Mercado

Rubens Azevedo e seus convidados se apresentam no Encontro MercadoNeste sábado (22), a partir das 12 horas, o Projeto Encontro Mercado, da Fundação Cultural de Itajaí apresenta Rubens Azevedo e seus convidados no Centro de Cultura Popular (Mercado Velho). O show vai até às 16 horas com entrada franca.
Rubens Azevedo começou tocando saxofone como autodidata na década de 80. Em 83 e 84 estudou clarineta com o professor Romeu Benetolo, seu primeiro mestre na Escola Superior de Música, do Teatro Carlos Gomes, em Blumenau. Ainda nos anos 80, influenciado pela lendária Banda de Nêutrons, formou em Itajaí, juntamente com os guitarristas Daltinho Xavier e Rogério Borba, o baterista Robson Magrão e o baixista Zé Fontes, a Banda 112. Mudou-se para São Paulo em 89, onde atuou ao lado de músicos como Eduardo Fiore, Dom Dimas, Claudinho Baeta e Cláudio Faria. Participou do grupo do trombonista Bocato, gravando ao vivo, no Teatro Funarte, o álbum “Aqui Jazz Brasil”. Nesta mesma temporada, em SP, estudou saxofone com o professor Demétrio Lima, na Bird Escola de Música.Na década de 90, quando voltou à Santa Catarina, participou da gravação do álbum Expresso Vivo, no CIC de Florianópolis, e do especial “Expresso Vivo” exibido pela RBS TV. Atualmente, Rubão participa da gravação de CDs de artistas locais e atua como músico contratado em estúdios de música. Durante quatro anos consecutivos, participou das oficinas, de saxofone, flauta, clarinete e prática de conjunto de sopros, do Festival de Música de Itajaí, com os professores Mauro Senise e Proveta Azevedo. Há alguns anos, Rubão faz parte do grupo do músico uruguaiano Daniel Montero, com quem também se já apresentou no Uruguai.Em 2002, abriu o Show de Naná Vasconcelos, do 5º Festival de Música de Itajaí. Um ano depois, participou do show de lançamento do CD do mineiro Beto Lopes, com participação especial de Toninho Horta e Tavinho Moura e do lançamento do CD do guitarrista Luis Meira, com o percussionista carioca Marcus Suzano. Em 2004, fundou a Tem Tutano Banda de Rua, com a qual realizou apresentações de divulgação do 8º e 9º Festival de Música de Itajaí, em fábricas, escolas e demais locais públicos. O saxofonista também participa do grupo de choro EmpapuSamba, e da Banda Sinfônica da Univali de Itajaí, onde toca clarone.
Mais Informações: Rubens Azevedo: (47) 8814 - 149718 de novembro de 2008 - Foto: Ronaldo Silva Jr.
Material cedido gentilmente ao Portal Cultural da Zest

Artista plástica Adriana Woll - na Exposição “Re-tropicalismo”

Galeria Municipal de Arte recebe a Exposição “Re-tropicalismo” Emergente do tropicalismo, que como na música não descarta qualquer tipo de influência, a artista plástica Adriana Woll harmoniza essa psicodelia radical com cores vibrantes de uma pintura figurativa na Exposição “Re-tropicalismo”, que estará aberta ao público a partir de sexta-feira (21), na Galeria Municipal de Arte de Itajaí. A mostra ficará aberta à visitação até 18 de dezembro. A Galeria Municipal de Arte fica na Rua Lauro Muller, 53 e a entrada é franca.
Adriana Woll é uma observadora. Coleciona suas idéias em viagens pelo mundo e tenta visualizar histórias atrás das imagens. Desde que se formou na Escola Panamericana de Arte de São Paulo, vem explorando diversos estilos e técnicas para expressar o resultado de suas reflexões da melhor forma possível. Isto não significa que facilita a percepção do público, porque o tema principal dos quadros está escondido atrás de curvas e cores, como se estivesse maquiando a realidade.
Trata-se de uma manipulação semi-óbvia, porque os títulos oferecem ao espectador uma opção de ver e entender a obra. Chamado de “re-tropicalismo”, este estilo tanto se refere ao movimento sessentista quanto explora a sua evolução até o século 21.
A escolha do material, seja tela, papel ou plexiglas, é tão importante como a seleção das cores, na tentativa de despistar o espectador. Já que as figuras não remetem diretamente à mensagem artística, os títulos não deixam dúvidas da intenção. O contraste que aparece entre o conforto ao ver as obras (a alegria e a naividade), e o mal estar (a sobriedade e crueldade), causado durante a leitura dos seus títulos, formam o ponto de partida, que leva a uma análise e reflexão sobre o mundo globalizado nos grandes centros urbanos.
Os problemas, as ambigüidades e desafios são os mesmos, seja em São Paulo, Paris ou Tókio. A injustiça social, a decadência moral e a crise política, são lugares comuns para o espectador no mundo inteiro. Este reconhece a si e seu ambiente, nas obras. Assim consegue se identificar com temas que são tipicamente brasileiros apenas a primeira vista. Ao mesmo tempo as obras são capazes de agradar esteticamente e convencer intelectualmente, criando um desafio.
Desta forma, a obra de Adriana Woll é o exercício de unificar os contrastes, formando um estilo único, de grande identificação visual. Criou uma linguagem própria, inconfundível, crítica e resistente, sem perder sua individualidade, que é forte e original.
Mais Informações: Eunice Araújo: (47) 3348 3610
18 de novembro de 2008
Fotos: Divulgação
Material cedido gentilmente ao portal Cultural da Zest.