Caminhando na Estrada Cultural

sábado, 13 de junho de 2009

Festival Delira Blues - Álamo Leal 15 JUN | Segunda-Feira 21:30h

Em junho de 2007, com o lançamento do disco “Viva Muddy Waters”, a banda carioca Blues Etílicos comemorava 20 anos de carreira e inaugurava o selo Delira Blues. Hoje, dois anos depois, a marca, braço do selo especializado em música instrumental Delira Música, é consagrada pela sua grande importância para o segmento.
Ao comemorar seu 2º aniversário o Festival Delira Blues, através do selo musical, ganha espaço no Centro Cultural Carioca considerada uma das mais tradicionais casas de Música Popular Brasileira do Rio, e mostra que o carioca abraça toda a sua produção musical.
Em seu 3º dia o Festival Delira Blues tem como destaque Alamo Leal que segue lançando seu disco homônimo, primeiro após seu retorno ao Brasil, depois de mais de 30 anos na Europa. E traz como convidada especial a cantora norte-americana Rodica Blues. Com sólida carreira no circuito europeu, Alamo retorna ao país de origem para mostrar seu blues contemporâneo, enriquecido pela experiência internacional.
Participações-surpresa e performances de Dillo, Pedrão & Bedran !!!
Centro Cultural Carioca
Rua do Teatro, 37 - Centro - Rio de Janeiro/RJ
(21) 2252-6468 - (21)2242-9642

Sururu na Roda 13 JUN | Sábado 22:30h

O grupo, há seis anos vem se destacando na noite carioca por sua versatilidade, irreverência e a sutileza dos arranjos vocais. Na sua Roda de samba apresentam releituras de clássicos da Música Brasileira e composições próprias, além do repertório dos seus 2 CDs.
Sururu na Roda é: Nilze Carvalho (cavaco, bandolim e voz), Camila Costa (violão e voz), Fabiano Salek e Silvio Carvalho (percussão e voz).
Participação especial: Naife Simões (percussão).
Centro Cultural Carioca
Rua do Teatro, 37 - Centro - Rio de Janeiro/RJ
(21) 2252-6468 - (21)2242-9642

VERA BAR

SINTONIAFINA

O novo velhismo
Nunca imaginei que iria ficar velho. Para mim, velhos eram aquelas pessoas de mais de 50 anos, de cabeça branca, aposentados na cadeira de balanço, com uma manta sobre as pernas e chinelinhos de lã. Todos os paparicavam e os tratavam como crianças, ninguém os levava a sério.
Como se vê, desde pequeno cometo graves erros de avaliação. Felizmente, ficar velho hoje é muito melhor do que quando eu era criança. Não só pelos avanços da ciência, que prolongaram a vida e melhoraram a sua qualidade, mas pelas evoluções da sociedade e da tecnologia, que nos facilitaram o cotidiano, quebraram preconceitos e permitem a gente de qualquer idade ser produtiva e ter todos os direitos, e deveres, da vida social. Nunca imaginei que minha mãe, hoje com 88 anos, continuaria tomando seu vinhozinho e estaria na internet e fazendo análise. Ela detesta ser chamada de “terceira idade”: não liga de ser velha, mas não gosta de “palhaçadas”.
Nunca me passou pela cabeça que um dia eu seria capaz de furar filas em aeroportos, bancos e cinemas com a tranqüilidade dos justos, logo eu, que sempre respeitei a lei e sempre detestei e combati todas as formas de privilégio.
Mas lamento só ter descoberto que tinha esses direitos aos 63 anos. Mal informado, pensava que eram só para quem tinha mais de 65. Perdi três anos de moleza! Nos aeroportos, furando feliz filas imensas, imagino como se sentem os nossos parlamentares. Assim como eles, mas por motivos diversos, não sinto a menor vergonha. Nem de minha idade e nem dos meus direitos legítimos. Vou logo perguntando: “Qual é a fila dos velhinhos?”
Mas o politicamente correto americano continua criando eufemismos patéticos e denunciando “preconceitos” contra gente que já viveu mais. Não querem mais que nos chamem de “cidadão sênior”, porque ninguém chama alguém de menos de 60 de “cidadão júnior”. Nem “idoso” eles aceitam. O correto é dizer “adulto mais velho” ou, singelamente, “homem” ou “mulher”. Depois do racismo, do sexismo e do pobrismo, o velhismo.
Além de tentar nos tirar o orgulho de havermos sobrevivido até aqui, querem nos obrigar ao ridículo.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

SAMBA DE LUIZ no Conservatório Music Bar e Vinnil Cultura Bar

Salve-salve vaqueiros e vaqueiras,
Neste sábado, 13/06, estaremos no Conservatório Music Bar, no projeto Sobe pra Sambar, que já é sucesso aos sábados em BH.
O Conservatório fica na Rua Timbiras, 2041 - Lourdes e abre as portas as 21 horas.
O show começa por volta da meia-noite e a entrada é R$ 12,00 (preço único).
Informações e reservas no (31) 3213-8375.
Já no domingo, 14/06, estaremos no palco do Vinnil Cultura Bar, no projeto Zé Luiz da Guiomar Samba, onde revezamos os domingos com a banda Zé da Guiomar.
O Vinnil fica na Rua dos Inconfidentes, 1068 - Savassi e abre as portas as 17 horas.
O show começa por volta das 19 horas e a entrada é R$ 10,00 (preço único).
Informações e reservas no (31) 3261-7057.
Esperamos você nos nossos shows... chame sua turma, programe-se!
Samba de Luiz
55 (31) 84545783 ou 91427995
Siga o Samba de Luiz no Twitter: www.twitter.com/sambadeluiz

Seu Domingos

Dia: 21 de Junho - 19h
Local: Orla da AABB, Setor de Clubes Sul
Ingressos: (com nome na lista) Masculino: R$ 25,00
Feminino: R$ 15,00
Mais detalhes: clique aqui!

PAULA LIMA

DEPOIS DO GRANDE SUCESSO NO JAPAO, A DIVA PAULA LIMA ATERRIZA NO NOVO BAR BRAHMA AEROCLUBE PARA ABALAR AS ESTRUTURAS COM SEU SAMBA CHIC ... DIA 12/06 as 22 horas END : AV. OLAVO FONTOURA, 650 - SANTANA - SÃO PAULO - SP
Nos veremos por lá ... Beijos
Patricia Anttônia E muita Música Boa na Vida