quarta-feira, 4 de março de 2009
Em Oficina da Voz Clarisse Grova: Aparelho Fonador - Novo Exercício no Player
Uma mensagem a todos os membros de Oficina da Voz Clarisse Grova
Olá, amigos! Voces já podem curtir mais um exercício no player. Este é exclusivo da OVCG.
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Em Oficina da Voz Clarisse Grova
Uma mensagem a todos os membros de Oficina da Voz Clarisse Grova
O Compositor e o Intérprete = O Texto e o Contexto
Sob o Olhar do Cantor
De uns anos prá cá, comecei a compor com uma freqüência razoável. Experiência que me enriqueceu tremendamente como cantora. Na verdade, meu lugar na Música Popular Brasileira sempre se destacou como intérprete. Minha história com a composição é recente. Ocorre que quando estou neste lugar, de criação da canção, percebo que a partir do momento em que a criação sai das mãos do autor, ela já não lhe pertence. Não falo da autoria, refiro-me a idéia, ao texto do autor.
O intérprete da canção, não é um mero repetidor do autor. Com sua experiência, sua emoção, sua vivência, sua expressão corporal, o intérprete interfere diretamente no que o autor quis dizer. Sob o olhar do intérprete, o autor observa suas palavras, sua idéia; em uma expressão renovada. Um contexto inédito em sua obra. Assim, o intérprete começa a delinear sua identidade. Passa a ser um autor, também. É preciso prática e conhecimento até alcançar alguma maturidade. Por isso, jamais paramos de exercitar.
Sendo assim, aproveito para fazer uma ponte com um texto de Rogério Skylab que, por sua vez, fez uma ponte com um texto de Mário de Andrade. Achei maravilhoso para nós:
“Não seria temerário fazer uma ponte com Mário de Andrade quando ele cita a técnica do inacabado” – “É a revolução do pensamento livre do Renascimento que empregou na música as técnicas do inacabado, das dissonâncias e do cromatismo. Toda obra de circunstância, principalmente a de combate, não só permite, mas exige as técnicas mais violentas e dinâmicas do inacabado. O acabado é dogmático e impositivo. O inacabado é convidativo e insinuante. É dinâmico enfim. Arma o nosso braço”. – “O Banquete” – Mário de Andrade.
Portanto, sugiro a vocês, queridos cantores:
Escolham sempre “As Técnicas do Inacabado”,
Abandonem os dogmas e o impositivo!
Sejamos dinâmicos!
Armemos nosso braço!
Coragem na busca da Arte!
Clarisse Grova
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DESTAQUE: NOVA VANGUARDA PAULISTANA NA MÚSICA INSTRUMENTAL
O movimento é a premissa da humanidade e por ele perpassa todas as coisas que nos rodeia. E na cultura, na música, dança, teatro e literatura não é diferente. Mudam-se os personagens, mas as inspirações, até as motivações, continuam as mesmas. Veja o que aconteceu com o primeiro movimento de vanguarda paulista ou vanguarda paulistana, entre os anos de 1979 e 1985. As principais figuras deste movimento foram os músicos Itamar Asumpção e Arrigo Barnabé. Além deles as cantoras Tetê Espindola, Eliete Negreiros, Vânia Bastos e Ná Ozzetti também estavam presentes e a partir deste movimento todas elas lançaram-se em carreiras solos. Alguns grupos também se destacaram nesta época como o Premeditando o Breque e o famoso Língua de Trapo, só citando os mais famosos do movimento vanguardista daquele período.
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DEMOREI + VOLTEI GALERAAAA!!!!!!
Tesouros estou em um lugar MARA, escondidinha da poluição, no meio da Natureza. Mas não consigo ficar muito tempo longe de vcs, conforme eu conseguir me conectar via rádio, colocarei muitas alegrias para todos nós aqui do Blog.
Bjs estrelares e musicais hiper cheios de muita luz e cultura sempre.
ZEST.MARTINS
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